O Dia Internacional para a Tolerância foi instituido pela Organização das Nações Unidas no dia 16 de Novembro de cada ano, em reconhecimento da Declaração de Paris que foi assinada em 12 de Novembro de 1995. Nesta declaração, que foi assinada por 185 estados, os participantes reafirmarama fé nos Direitos Humanos fundamentais e ainda na dignidade e valor da pessoa humana, além da intenção de poupar sucessivas gerações das guerras por questões culturais, para tanto devendo ser incentivada a prática da tolerância e a convivência pacífica entre os vizinhos.
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"Quarta-feira, 14 de Janeiro
Fiz-me sócio da biblioteca. Trouxe Os Cuidados com a Pele, A Origem das Espécies e um livro de uma autora que a minha mãe não pára de gabar. Chama-se Orgulho e Preconceito, por uma mulher chamada Jane Austen. Posso garantir que a bibliotecária estava impressionada. Talvez seja uma intelectual como eu. Não olhou para a minha borbulha, portanto já deve estar a desaparecer. Já não era sem tempo!
O Sr. Lucas estava na cozinha quando cheguei, a beber um café com a minha mãe. A cozinha estava cheia de fumo. Eles estavam às gargalhadas, mas quando entrei calaram-se.
A mulher do Sr. Lucas estava lá fora a limpar o colector. Estava com ar de mal disposta. Acho que o Sr. e a Sra. Lucas têm um casamento infeliz. Pobre Sr. Lucas!
Nenhum dos professores da escola reparou que sou um intelectual. Vão-se arrepender quando eu for famoso. Há uma miúda nova na nossa turma. Está sentada ao meu lado em Geografia. É fixe. Chama-se Pandora, mas gosta que lhe chamem "Caixa". Não me perguntem porquê. Sou capaz de me apaixonar por ela. Já está na altura de me apaixonar, afinal de contas tenho 13 anos e 3/4."
A propósito das árvores da escola, que serão sacrificadas quando as obras chegarem...
Mais um livro da coleção que de gostas bastante...
De Valter Hugo Mãe, um autor que estamos a tentar trazer até à biblioteca da escola...
«Entendi que o rosto é extenso e infinito, capaz de expressões que vamos conhecendo e outras que nunca vemos. Toda a vida precisamos de estar atentos...»
Não podia deixar de ser, algumas histórias e poemas portugueses sobre o Natal.
Se quiseres treinar o teu inglês, para te habituares a usá-lo como língua universal podes requisitar, na biblioteca, livros adaptados à tua idade e ao teu nível de domínio da língua.
Estes dois são novos. Chegaram pela mão dos professores de inglês.
Cheguei a esta escola em Setembro
de 1999. Tinha sido mãe do meu filho mais novo há 6 meses. Agora ele está quase
a fazer 14 anos. Já lá vão uns anitos… A escola pouco mudou. Foi apenas ficando
mais velha e um pouco mais gasta. Habituei-me a ver chegar, todos os anos,
caras novas que, com o tempo, se foram tornando familiares e amigas. Também vi
partir algumas para outras paragens. Desde o meu primeiro dia que estas árvores
cá estão. Habituei-me a ter a sua companhia. Já as vi frondosas, cobertas de
folhas verdes; já as vi despidas e cobertas de neve. Uma vez podaram-nas tanto
que houve quem dissesse que não sobreviviam. Mas elas cá estão. Fortes e
firmes. Mais uma vez com as folhas a mudar de cor e a cair. Dizem que as obras
da escola nova vão começar em breve. É bem preciso. A escola está velha e
gasta. Dizem também que estas árvores vão abaixo. É uma pena... Será que não há espaço para elas na nossa nova escola? É que, por todas as razões, elas vão fazer falta...
"O meu nome é Mina e gosto da noite. À noite tudo parece possível, quando o resto do mundo dorme. A casa está às escuras e em silêncio, mas, se eu escutar bem, ouço o bater, bater, bater do meu coração. Ouço os rangidos e os estalidos da casa. Ouço a minha mãe a respirar suavemente enquanto dorme, no quarto aqui ao lado.
Deslizo para fora da cama e sento-me à mesa junto à janela. Abro a cortina com um puxão. No meio do céu está a lua cheia. Envolve o mundo com a sua luz prateada. Brilha sobre a Falconer Road, as casas e as ruas mais além, os telhados e os pináculos da cidade, as montanhas e as charnecas distantes. O brilha entra pelo quarto e chega até mim.
Há quem diga que se deve desviar a cara do luar. Dizem que faz enlouquecer.
Eu viro a cara para ele e rio-me."
Esta é a última criação de um autor que já conhecíamos, sobretudo como poeta. É o seu quarto livro.
Iniciou a sua carreira de escritor com a narrativa em 2008 - "Iluminado". No mesmo ano e no ano seguinte publicou dois livros de poesia: "Cúmplices momentos" e "Fúria de Nós". Aventura-se, agora, pela escrita de livros para crianças.
Foi recebido, na sexta feira, 9 de novembro, na EB Maria de Lurdes Sampaio e Melo pelas crianças do pré-escolar e do 1º ciclo, que o presentearam com uma canção bastante sugestiva sobre a "leitura maravilha".
«Magalhães, o escritor
das palavras inventor!
Obrigada pela partilha
da leitura maravilha!»
Os alunos da EB Mª de Lurdes Sampaio e Melo
No sábado, 17 de novembro, participará no magusto organizado pela Associação de Pais do Jardim de Infância de S. João.
Já ouviste falar no movimento Pay It Forward? Imagina que alguém decide fazer bem a outra pessoa sem se dar a conhecer... Em troca desse ato, a única coisa que pede é que essa pessoa faça o mesmo por outras três pessoas. Se houver continuidade, imagina lá a cadeia que se pode formar em todo o mundo...! Hoje é o Dia Mundial da Bondade. O que achas da ideia de começares hoje a tua cadeia de bondade?
"Na tua última carta, dizes-me que sentes cada vez mais fundo o desejo de partir. Não tens destino nem objetivo, só desejas deixar para trás tudo o que conheces e que agora te parece vazio.
A inquietação também foi a companheira da minha vida. , uma companhia por vezes discreta, outras vezes muito pesada, e é por isso que compreendo perfeitamente o teu estado de espírito. Aos dez, doze anos, já não tolerava nada: se estava num determinado lugar, apetecia-me estar noutro, se fazia uma coisa, só pensava noutra que gostaria de ter feito. Sentia-me sempre deslocada. Durante muito tempo, pensei que era uma espécie de doença. Só à medida que ia crescendo é que percebi que a inquietação é um sinal de saúde e que, como todos os sinais de saúde, gera energia. Uma energia que pode ser negativa, se a voltamos contra nós mesmos, ou positiva, se nos obriga a sair de nós, a abrir-nos, a procurar respostas."
O Fogo e o Vento
de Susanna Tamaro
Gostei muito de ir ao Sea Life. Já tinha ido uma vez quando andava no 4º ano. Nessa altura a novidade era uma tartaruga gigante. Este ano foi muito mais divertido porque estava a decorrer a Polvomania e vimos um polvo de grande porte. Além desse animal precioso, havia muitos mais animais bonitos, de cores diferentes, grandes e pequenos. Alguns muito fofinhos, outros nem por isso, como os tubarões. Adorei esta visita!
"É Dezembro, o último mês da mortífera contagem decrescente de 365 dias. Cal precisa desesperadamente de chegar à Irlanda - onde espera que todas as pistas encaixem no devido lugar - mas, com a segurança do aeroporto em alerta máximo, sair do país parece impossível. Será que Cal vai realmente descobrir o que aconteceu ao seu pai? Conseguirá ele alcançar a Singularidade de Ormond antes do bater da meia-noite? Só o tempo dirá... Uma coisa é certa:algumas vidas serão subtraídas nesta luta decisiva, e Cal faz de tudo para não ter esse fim! O relógio não pára...Cada segundo pode ser o último..."
No calendário litúrgico, o dia de S .Martinho celebra-se a
11 de novembro. Na biblioteca da escola, mantemos a tradição. Com um cunho
de originalidade, a turma 4º F da EB Enxertos dramatizou e repassou a lenda. Diz a lenda, as lendas são narrativas fantasiosas
transmitidas pela tradição oral, que num dia de tempestade seguia Martinho,
soldado romano, montado no seu cavalo, quando avistou um mendigo, que lhe estendia
a mão suplicando ajuda. Como não tinha nada para lhe dar, cortou ao meio a sua capa
de militar, dando metade ao pobre homem. Nesse momento, um sol de verão inundou a terra de luz e
calor. Para que a sua generosidade não se apague da memória dos
homens, todos os anos, mesmo sendo outono, o tempo frio cessa e o sol sorri,
derivando daí a expressão: “Verão de S. Martinho.” - Professora Augusta Paula
snpcultura.org
E...se realmente formos presentados com um Verão de S. Martinho, será uma boa ideia aproveitar o dia soalheiro para fazer uma visita ao Mosteiro de S. Martinho de Tibães. Com uma cerca de 40 hectares, não falta espaço para dar um passeio em família. Espreita AQUI.
Todos os anos, mais ou menos por esta altura, já é tradição os vimarenenses acolherem na sua cidade o Festival de Jazz de Guimarães. Este ano não vai ser exeção. Integrado nas atividades de Guimarães Capital Europeia da Cultura 2012, e a decorrer no Centro Cultural Vila Flor, a 21ª edição deste festival traz um cartaz promissor. De 5ª a Domingo, os amantes deste género musical, poderão deliciar-se com grandes nomes da cena Jazz internacional. Para os interessados o cartaz está AQUI.
Outra sugestão...
...um filme em família sabe bem nestes dias frios de Outono. Hoje sugerimos O Pianista de Roman Polanski. Requisita-o na biblioteca! Bom fim de semana!
WooK é a mais importante livraria online portuguesa. Começa a ser um grande concorrente do livreiro tradicional. Pertence à Porto Editora. Tem uma grande coleção de livros em português, inglês francês e espanhol. Tem a vantagem de fazer o anúncio e pré-lançamentos de livros que apesar de só chegarem às livrarias uns dias mais tarde, já podem ser adquiridos aqui.
Pode ser apontada como desvantagem a constante exposição a que os leitores estão sujeitos ao indicar o cartão de crédito para encomandar livros na Internet.
"Carmen Cardin
é já considerada já uma das grandes figuras da poesia atual carioca e o seu
livro A Música das Estrelas é uma coletânea de 26 poemas especialmente
dedicados ao povo lusitano. Uma oportunidade de ver toda a força, subtileza e
arrojo que a poetisa emprega na declamação do seu trabalho." A apresentação da
obra vai estar a cargo da professora Conceição Lima.
"No começo o segredo existiu só porque eu tinha vergonha de ser visto no carro do homem que me dera umas palmadas. depois persistiu porque sempre era bom existir um segredo. E o Português fazia todas as minhas vontades nesse aspecto. Tínhamos jurado, de morte, que ninguém deveria saber da nossa amizade. Primeiro, porque não queria dar carona à garotada. Quando vinha gente conhecida, ou mesmo Totoca, eu me abaixava. segundo, porque ninguém devia atrapalhar o mundo de conversas que a gente tinha para conversar.
- O senhor nunca viu minha mãe? Pois ela é índia. Filha de índio mesmo. Todos lá em casa são meio índios.
- E como saíste clarito assim? E ainda por cima com estes cabelos loiros, quase brancos?
- É a parte de Português. Pois mamãe é índia. bem morena e de cabelos lisos. Só Glória e eu é que saímos assim gato-ruço-de-mau-pêlo. ela trabalha nos teares do Moinho Inglês para ajudar a pagar a casa."
Meu Pé de Laranja Lima
José Mauro de Vasconcelos
"Foi hoje, à hora mais pesada do dia, quando o Sol mergulhava inteiro na linha recta do mar, de olhos a fecharem-se para a Terra, que eu soube a verdade. O Dunas foi-se embora. Partiu finalmente para a América, como ele próprio previra há um ano atrás. E eu fiquei sem o meu sol. (...)
O local secreto do Dunas, segundo me recordava de uma expedição que ambos fizéramos, ficava atrás da duna grande, na ponta mais distante da ilhota. Corri para lá, de sapatos na mão, com uma certeza súbita que algo me aguardaria. A correria cansou-me e deixei-me cair pesadamente na areia seca. O Sol estava a pôr-se, trémulo e triste como nunca. Ajoelhei-me atrás da duna e desatei a escavar desenfreadamente no lugar dos "picos", as plantas agrestes que sinalizavam o esconderijo. De vez em quando, parava e olhava o Sol. Parecia que teria de estar tudo acabado antes do fim do dia. Como uma sina. Uma maldição. Voltei a desgrenhar a areia até as mãos me doerem. Por fim, senti uma dureza uniforme e lisa de madeira. Mergulhei ambas as mãos e icei o cofre."
O suporte utilizado para leitura tem vindo a sofrer alterações. A mudança iniciou-se timidamente para disparar francamente nos útimos tempos. Segundo a Gartner, este ano, a venda de smartphones e tablets rondará os 821 milhões de unidades. No próximo ano deverá atingir 1200 milhões de unidades. É a era da leitura digital.
Na escola dão-se os primeiros passos na aplicação pedagógica das potencialidades deste dispositivos móveis, nomeadamente na promoção da leitura.
Foto Picture Youth via photopincc
"Um homem chegou aos quarenta anos e assumiu a tristeza de não ter um filho. Chamava-se Crisóstomo.
Estava sozinho, os seus amores haviam falhado e sentia que tudo lhe faltava pela metade, como se tivesse apenas metade dos olhos, metade do peito e metade das pernas, metade da casa e dos talheres, metade dos dias, metade das palavras para se explicar às pessoas.
Via-se metade ao espelho e achava tudo demasiado breve, precipitado, como se as coisas lhe fugissem, a esconderem-se para evitar a sua companhia.. Via-se metade ao espelho porque se via sem mais ninguém, carregado de ausências e de silêncios como os precipícios ou poços fundos. Para dentro do homem era um sem fim, e pouco ou nada do que continha lhe servia de felicidade. Para dentro do homem o homem caía.
Um dia, depois de ter comprado um grande boneco de pano que encontrou à venda numa feira, o Crisóstomo sentou-se no sofá abraçando-o."
Mais um livro de poesia para a nossa biblioteca. Horas de um tempo imperfeito resultou de uma recolha de poemas escritos ao longo de anos por um poeta que, por sinal, mora bem perto da nossa escola. Chama-se José Pedro de Carvalho Marques. A apresentação da obra foi feita na noite de sexta feira passada, na Casa do Povo de Vizela, pela voz e pelo sentir de uma professora que integra a equipa das bibliotecas escolares em regime de voluntariado, a professora Conceição Lima, com o apoio artístico de alguns declamadores e de um outro importante complemento: a música.
"Aconteceu Tudo Tão Rápido" pelo Grupo de Teatro Fundação Jorge Antunes e CETE (Entrada gratuita).
"O quê que precisamos para sermos felizes?
Toda a vida corremos incessantemente à procura, muitas vezes nem sabemos de quê.
E corremos a uma velocidade tão alta que é impossível ver o que se nos atravessa no caminho. Estas personagens representam a insatisfação que pulsa em cada um de nós. Espelham a comicidade do ser humano que se prende e perde nas teias do dia-a-dia, do trabalho, da família, das idas ao supermercado, da vida dos outros…
Sendo confrontados, por acidente, com um tempo em que os suspende do quotidiano, e ajudados por uma força sobrenatural, eles revelam toda a sua natureza, as suas fragilidades.
Uma visão trágica e cómica da vida e da morte, do terreno e do etéreo, é a proposta destas personagens que só aqui se apercebem que Aconteceu Tudo Tão Rápido."
É tradição, em alguns locais do nosso país, as crianças saírem à rua no Dia de Todos os Santos, com um saquinho de pano na mão, para pedir pão-por-Deus de porta em porta. Em algumas povoações chama-se mesmo a este dia o Dia dos Bolinhos pois é costume os padrinhos oferecerem aos afilhados um bolo chamado Santoro. Em troca daquilo que lhes é oferecido - castanhas, bolos ou frutos secos - é costume recitarem um poema. Esta tradição surgiu em Lisboa um ano após o terramoto que destruiu aquela cidade em 1 de Novembro de 1755. Neste terramoto morreram milhares de pessoas e a população de Lisboa que já era pobre, depois daquele dia mais pobre ficou. Assim, e porque a data do terramoto coincidiu com uma data de culto religioso, a população aproveitou a solenidade da mesma e foi desencadeado por toda a cidade um peditório. É engraçado que, apesar de não haver qualquer ligação visível, nos Estados Unidos seja também costume neste dia as crianças andarem de porta em porta a pedir doces.
Os navios existem, e existe o teu rosto encostado ao rosto dos navios. Sem nenhum destino flutuam nas cidades, partem no vento, regressam nos rios.
Na areia branca, onde o tempo começa, uma criança passa de costas para o mar. Anoitece. Não há dúvida, anoitece. É preciso partir, é preciso ficar.
Os hospitais cobrem-se de cinza. Ondas de sombra quebram nas esquinas. Amo-te... E entram pela janela as primeiras luzes das colinas.
As palavras que te envio são interditas até, meu amor, pelo halo das searas; se alguma regressasse, nem já reconhecia o teu nome nas suas curvas claras.
Dói-me esta água, este ar que se respira, dói-me esta solidão de pedra escura, estas mãos nocturnas onde aperto os meus dias quebrados na cintura.
E a noite cresce apaixonadamente. Nas suas margens nuas, desoladas, cada homem tem apenas para dar um horizonte de cidades bombardeadas.
Nos países anglo-saxónicos festeja-se a 31 de Outubro a Noite das Bruxas ou o Halloween. Esta tradição surgiu porque se acreditava que nesta noite que os espíritos regressavam para suas casas. Por essa razão há o hábito de na noite de 31 de Outubro as pessoas se mascararem de fantasma e de bruxa. Propomos para hoje esta festa. Mais uma integrada na Capital Europeia da Juventude.
Em Outubro de 1924, durante o primeiro Congresso Internacional de Economia em Milão, surgiu a ideia de criar um dia Mundial da Poupança com o intuito de alertar os consumidores para a necessidade de reduzir os gastos e para a importância de amealhar algum dinheiro. Tendo em conta a situação em que nos encontramos hoje a nível mundial, parece que os governantes e os consumidores fizeram orelhas moucas a estes avisos...A verdade é que chegamos a um ponto em que já não é possível continuarmos a viver como se viveu até agora. O nosso país está a atravessar um momento muito crítico a nível económico. Empresas fecham a um ritmo assustador fazendo com que a taxa de desemprego aumente de dia para dia. Estão a ser feitos cortes drásticos nos apoios sociais e as taxas de impostos têm vindo a aumentar, penalizando gravemente as famílias portuguesas. Soluções? Haverá com certeza muitas opiniões. O certo é que temos que começar a viver com muito menos e, a investir, teremos que o fazer em produtos nacionais de modo a valorizar a nossa própria economia. Como? Comprando produtos nacionais. Em quase todos os produtos fabricados em Portugal, o número que acompanha o código de barras começa pelos dígitos 560. Só temos que estar um pouco mais atentos cada vez que formos às compras. É por uma boa razão. Espreita AQUI.
João Pedro Mésseder, nome literário de José António Gomes, esteve na biblioteca, na sexta feira passada, à conversa com 3 grupos de alunos da EB dos Enxertos e da EB Caldas de Vizela.
O Mês das Bibliotecas Escolares encerra, assim, com um salto ao outro lado dos livros, o lado do escritor, do criador do que se lê.
Embora tenha alguns livros de narrativa publicados, escreve sobretudo poesia.
Para o nosso convidado a poesia são palavras que devemos conhecer, amar, respeitar e pronunciar de forma muito clara e sonora. É uma sábia e misteriosa combinação de palavras que acaba por dizer coisas importantes sobre o mundo, a vida, a morte e as emoções.
Na sua opinião, os escritores de poesia ou de prosa são inevitavelmente leitores porque "quem gosta verdadeiramente de escrever, gosta verdadeiramente de ler".
A receção foi preparada pelas turma dos 3º e 4º anos da EB dos Enxertos e pelas turmas B, C e E do 5º ano da EB Caldas de Vizela, com a colaboração dos respetivos professores titulares de turma e/ou professores de Português.
Estas turmas exploraram previamente algumas das obras do escritor convidado e presentearam-no com pequenas apresentações relacionadas com as mesmas:
A turma F da EB Enxertos desafiou o escritor para um "Bate e volta", um jogo de pergunta/resposta rápida e inteligente.
A mesma turma, que leu a obra "Versos quase matemáticos", escreveu um tema musical com mesmo nome. A música é do professor Ricardo Azevedo. A interpretação é de Beatriz Carvalho.