Esta manhã, assim que as urnas abriram, foi grande a afluência à biblioteca para o começo do processo eleitoral, integrado no programa Parlamento dos Jovens que irá levar, na fase final, um grupo de estudantes a uma sessão à Assembleia da República. Relembramos que o tema este ano é "Ultrapassar a Crise" e, desde já, é de referir, que surgiram propostas bem interessantes.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
Este planeta é a nossa casa...
http://365coisasquepossofazer.blogspot.pt
Evita usar palhinhas nas tuas bebidas. Elas poluem o ambiente. E o planeta agradece!
Evita usar palhinhas nas tuas bebidas. Elas poluem o ambiente. E o planeta agradece!
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Este planeta é a nossa casa...
http://365coisasquepossofazer.blogspot.pt
Comer gelados num cone em vez de num copo. O copo polui o ambiente. E o planeta agradece!
Comer gelados num cone em vez de num copo. O copo polui o ambiente. E o planeta agradece!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Segue o Teu Destino...
Segue o teu destino,
Rega as tuas plantas,
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
De árvores alheias.
A realidade
Sempre é mais ou menos
Do que nós queremos.
Só nós somos sempre
Iguais a nós próprios.
Suave é viver só.
Grande e nobre é sempre
Viver simplesmente.
Deixa a dor nas aras
Como ex-voto aos deuses.
Nunca a interrogues.
Ela nada pode
Dizer-te. A resposta
Está além dos deuses.
Mas serenamente
Imita o Olimpo
No teu coração.
Os deuses são deuses
Porque não se pensam.
Ricardo Reis
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Livros da nossa biblioteca
dquixote.pt
Agora vão ver quem eu sou, disse para consigo, com o seu novo vozeirão de homem, muitos anos depois de ter visto pela primeira vez o transatlântico imenso, sem luzes e sem ruídos, que uma noite passou diante da aldeia como um grande palácio desabitado, mais comprido que a aldeia inteira e muito mais alto que a torre da sua igreja, e continuou a navegar nas trevas até à cidade colonial fortificada contra os corsários do outro lado da baía, com o seu antigo porto negreiro e o farol giratório cujos lúgubres feixes de luz, cada quinze segundos, transfiguravam a aldeia num acampamento lunar de casas fosforescentes e ruas de desertos vulcânicos, e embora ele fosse então um menino sem vozeirão de homem mas autorizado pela mãe a escutar até muito tarde na praia as harpas nocturnas do vento, ainda era capaz de recordar como se o estivesse a ver que o transatlântico desapareceia quando a luz do farol lhe batia no flanco e voltava a aparecer quando a luz acabava de passar, de tal maneira que era um navio intermitente que ia aparecendo e desaparecendo rumo à entrada da baía, buscando a tactear como um sonâmbulo as boias que assinalavam o canal do porto, até que qualquer coisa deve ter falhado nas suas agulhas de orientação, porque derivou na direcção dos escolhos, embateu, desfez-se em pedaços e afundou-se sem o mais pequeno ruído...
A Última Viagem do Navio Fantasma
de Gabriel García Márquez
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Listas Parlamento dos Jovens
Já se encontram afixadas as 8 listas admitidas às eleições dos deputados para a Sessão Escolar do Parlamento dos Jovens. As eleições decorrerão no dia 18 de Janeiro entre as 10.00h e as 17.00h horas na biblioteca da escola.
Vamos cantar as janeiras?
domingo, 13 de janeiro de 2013
sábado, 12 de janeiro de 2013
sexta-feira, 11 de janeiro de 2013
Vencedores da 1ª fase do Concurso Nacional de Leitura
Já são conhecidos os três vencedores da 1ª fase do Concurso Nacional da Leitura. A Ana Rita Guimarães, do 9º E; o Daniel Varela do 9º C e o Luís Simão Ferreira, do 9º B, revelaram-se os leitores mais atentos. Parabéns aos três! Serão os representantes da escola na fase distrital, lá para meados do 2º período.
Parabéns também aos restantes 30 concorrentes. Um agradecimento muito especial à Associação de Pais que financiou generosamente os prémios para estes três leitores.
Suspensão do concurso Blog do Ano 2012
aventar.eu
O concurso Blog do Ano 2012 acaba de ser suspenso pela Aventar pois ocorreram algumas irregularidades na forma como o mesmo foi organizado. Voltou à estaca zero e tivemos que nos voltar a inscrever. As votações recomeçam na próxima 2ª feira, dia 14 de Janeiro e prolongam-se até ao dia 21. Mais uma vez pedimos a participação dos nossos leitores. Podem votar uma vez de 24 em 24 horas do mesmo IP. Obrigado!
Com o fim de semana à porta...
rosa-chezmoi-rosa.blogspot.com
healingfeet.com
Parece que este fim de semana vamos ser assolados por uma vaga de frio. Vai saber bem ficar por casa. Que tal fazer umas compotas de frutos ou legumes da época?. AQUI podem ficar a saber quais os legumes e frutos produzidos no nosso país no mês de Janeiro e, depois de decidirem aqueles que vão escolher, AQUI encontram várias receitas apetitosas. Toda a família pode colaborar. Aqueles que tiverem veia artística podem sempre entreter-se a fazer os rótulos.
Ou...
...podem sempre agasalhar-se muito bem e sair para passear ou dar uma corrida no meio da natureza. Bom fim de semana!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Programa de Afiliados da WOOK
Gostamos de receber feedback acerca do trabalho que andamos a fazer e é sempre importante saber que ele é apreciado. Deixamos-vos aqui a transcrição integral de um mail que nos foi enviado pela WOOK. Obrigada!
Festa de Natal
Este planeta é a nossa casa...
dismunuyendolahuelladecarbono.blogspot.com infoescola.com oleosessenciais.org
Cada vez que compramos um produto de limpeza para as nossas casas estamos a contribuir para a poluição do nosso planeta. Não só pelos resíduos químicos que deitamos fora depois de usarmos estes produtos, como também porque a grande maioria nos chega às mãos em recipientes de plástico. Num momento em que urge tomar muita consciência daquilo que estamos a fazer ao nosso planeta e também num tempo em que sabemos que vamos ter que apertar, e muito, o cinto, aqui ficam algumas sugestões para a produção caseira de produtos de limpeza.
Spray Multiusos
(para limpar todas as superfícies exceto as de madeira)
1/4 colher de chá de bórax
250ml de água tépida
1/4 de colher de chá de vinagre branco
1/4 de colher de café de sabão líquido natural para a loiça
5 gotas de óleo essencial de alfazema
3 gotas de óleo essencial de alecrim
Misture o bórax e a água num frasco vaporizador. Junte os restantes ingredientes e agite bem antes de cada utilização. (Para limpar a casa de banho use 3 colheres de sopa de vinagre e substitua o óleo essencial de alecrim por 2 gotas de óleo essencial de eucalipto e 2 gotas de óleo essencial de limão)
E o planeta agradece!
Livros da nossa biblioteca
fnac.pt
Eu: Bom dia! É muito cedo para estar indignado? Não sei qual é o protocolo nestes casos, mas eu já estou indignado logo de manhã. E é com o futuro. Eu acho isto do futuro uma vigarice. Os escritores de ficção científica andaram décadas a convencerem-nos: "Eia, o século XXI, vai ser pouco espectacular, vai, com tantas coisas tecnológicas, e do espaço..." E afinal uma pessoa chega ao futuro e não é nada de especial. O que eles nos prometeram: "Eia, as viagens vão passar a ser feitas em naves espaciais e cada pessoa leva o seu próprio robô!" Não, não. Continuamos a viajar de avião e as pessoas não podem levar nem sequer uma garrafa de água, quanto mais um robô. Têm de se descalçar, tirar o cinto e deitar a garrafa de água num caixote.
Era tudo aldrabice. "Eia, vai haver guerras de mundos, e nós vamos combater os extraterrestres com armas sofisticadas." Não. As armas sofisticadas que, na ficção científica, a humanidade apontava aos extraterrestres (químicos, lâminas especiais, raios laser), existem mas não são para combater extraterrestres. São para combater pêlos. É todo o imaginário da Guerra das Estrelas ao serviço do combate ao pêlo...
Mixórdia de Temáticas
de Ricardo Araújo Pereira
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
Livros da nossa biblioteca
segredounico.blogspot.com
Há cinquenta anos que uma nova consciência vem invadindo o mundo humano, uma nova consciência a que apenas podemos chamar transcendente, espiritual. Se der consigo a ler este livro, é porque talvez tenha já uma noção do que está a acontecer, porque talvez já sinta isso dentro de si.
Começa com uma percepção mais aguda de que a nossa vida avança. Reparamos nos acontecimentos fortuitos que ocorrem no momento certo, que trazem com eles as pessoas certas, e, de repente, projectam a nossa vida numa direcção nova e importante. Talvez mais do que quaisquer outros, em qualquer outra época, intuímos um significado mais elevado nesses acontecimentos misteriosos.
Sabemos que a vida tem, na verdade, que ver com um desabrochar espiritual, um desabrochar que é pessoal e fascinante, mas cuja natureza nem a ciência, nem a filosofia, nem a religião, conseguiram até hoje esclarecer inteiramente.
E ainda sabemos algo mais: sabemos que, assim que tivermos compreendido o que está a acontecer e aprendido a entrar neste processo, de modo a maximizarmos, nas nossas próprias vidas, esses acontecimentos, a sociedade humana dará um salto qualitativo para uma maneira de viver totalmente nova, que não só realizará o que a nossa tradição tem de melhor como criará uma cultura que foi, desde sempre, a meta da História.
A Profecia Celestina
de James Redfield
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Dar Sangue é Dar Vida
epnazare.blogspot.com
Já é hábito aqui na nossa escola que uma visita ao Centro Regional de Sangue do Porto faça parte do Plano Anual de Atividades. Estas visitas vão decorrer nos dias 8 (9ºA e 9ºC) e 10 de Janeiro (9ºB e 9ºD). Na semana que se segue (dias 18 e 21 de Janeiro) teremos a presença na biblioteca da Técnica Conceição Araújo do CRS que irá proferir uma palestra subordinada ao tema "O Sangue e a Importância da Sua Dádiva".
Já é hábito aqui na nossa escola que uma visita ao Centro Regional de Sangue do Porto faça parte do Plano Anual de Atividades. Estas visitas vão decorrer nos dias 8 (9ºA e 9ºC) e 10 de Janeiro (9ºB e 9ºD). Na semana que se segue (dias 18 e 21 de Janeiro) teremos a presença na biblioteca da Técnica Conceição Araújo do CRS que irá proferir uma palestra subordinada ao tema "O Sangue e a Importância da Sua Dádiva".
Obrigado Valter Hugo Mãe!
portaldofado.net
Jornal de Letras
12 de Setembro 2012
Achei por
muito tempo que ia ser professor. Tinha pensado em livros a vida inteira, era-me imperiosa a dedicação a aprender e não guardava dúvidas acerca da importância de ensinar. Lembrava-me de alguns professores como se fossem família ou amores proibidos. Tive uma professora tão bonita e simpática que me serviu de padrão de felicidade absoluta ao menos entre os meus treze e os quinze anos de idade. A escola, como mundo completo, podia ser esse lugar perfeito... Ver mais de liberdade intelectual, de liberdade superior, onde cada indivíduo se vota a encontrar o seu mais genuíno,honesto, caminho. Os professores são quem ainda pode, por delicado e precioso ofício, tornar-se o caminho das pedras na porcaria de mundo em que o mundo se tem vindo a tornar. Nunca tive exatamente de ensinar ninguém. Orientei uns cursos breves, a muito custo, e tento explicar umas
clarividências ao cão que tenho há umas semanas. Sinto-me sempre mais afetivo do que efetivo na passagem do testemunho. Quero muito que o Freud, o meu cão, entenda que estabeleço regras para que tenhamos uma vida melhor, mas não suporto a tristeza dele quando lhe ralho ou o fecho meia hora na marquise. Sei perfeitamente que não tenho pedagogia, não estudei didática, não sou senão um tipo intuitivo e atabalhoado. Mas sei, e disso não tenho dúvida, que há quem saiba transmitir conhecimentos e que transmitir conhecimentos é como criar de novo aquele que os recebe. Os alunos nascem diante dos professores, uma e outra vez. Surgem de dentro de si mesmos a partir do entusiasmo e das palavras dos professores que os transformam em melhores versões. Quantas vezes me senti outro depois de uma aula brilhante. Punha-me a caminho de casa como se tivesse crescido um palmo inteiro durante cinquenta minutos. Como se fosse muito mais gente. Cheio de um orgulho
comovido por haver tantos assuntos incríveis para se discutir e por merecer que alguém os discutisse comigo. Houve um dia, numa aula de história do sétimo ano, em que falámos das estátuas da Roma antiga. Respondi à professora, uma gorduchinha toda contente e que me deixava contente também, que eram os olhos que induziam a sensação de vida às figuras de pedra. A senhora regozijou. Disse que eu estava muito certo. Iluminei-me todo, não por ter sido o mais rápido a descortinar aquela solução, mas porque tínhamos visto imagens das estátuas mais deslumbrantes do mundo e eu estava esmagado de beleza. Quando me elogiou a resposta, a minha professora contente apenas me premiou a maravilha que era, na verdade, a capacidade de induzir maravilha que ela própria tinha. Estávamos, naquela sala de aula, ao menos nós os dois, felizes. Profundamente felizes. Talvez estas coisas só tenham uma importância nostálgica do tempo da meninice, mas é verdade que quando estive em Florença me doíam os olhos diante das estátuas que vira em reproduções no sétimo ano da escola. E o meu coração galopava como se estivesse a cumprir uma sedução antiga, um amor que começara muito antigamente, se não inteiramente criado por uma professora, sem dúvida que potenciado e acarinhado por uma professora. Todo o amor que nos oferecem ou potenciam é a mais preciosa dádiva possível. Dá -me isto agora porque me ando a convencer de que temos um governo que odeia o seu próprio povo. E porque me parece que perseguir e tomar os professores como má gente é destruir a nossa própria casa. Os professores são extensões óbvias dos pais, dos encarregados pela´educação de algum miúdo, e massacrá-los é como pedir que não sejam capazes de cuidar da maravilha que é a meninice dos nossos miúdos. É como pedir que abdiquem de melhorar os nossos miúdos, que é pior do que nos arrancarem telhas da casa, é pior do que perder a casa, é pior do que comer apenas sopa todos os dias. Estragar os nossos miúdos é o fim do mundo. Estragar os professores, e as escolas, que são fundamentais para melhorarem os nossos miúdos, é o fim do mundo. Nas escolas reside a esperança toda de que, um dia, o mundo seja um condomínio de gente bem formada, apaziguada com a sua condição mortal mas esforçada para se transcender no alcance da felicidade. E a felicidade, disso já sabemos todos, não é individual. É obrigatoriamente uma conquista para um coletivo. Porque sozinhos por natureza andam os destituídos de afeto. As escolas não podem ser transformadas em lugares de guerra. Os professores não podem ser reduzidos a burocratas e não são elásticos. Não é indiferente ensinar vinte ou trinta pessoas ao mesmo tempo. Os alunos não podem abdicar da maravilha nem do entusiasmo do conhecimento. E um país que forma os seus cidadãos e depois os exporta sem piedade e por qualquer preço é um país que enlouqueceu. Um país que não se ocupa com a delicada tarefa de educar, não serve para nada. Está a suicidar-se. Odeia e odeia-se.
Valter Hugo Mãe
clarividências ao cão que tenho há umas semanas. Sinto-me sempre mais afetivo do que efetivo na passagem do testemunho. Quero muito que o Freud, o meu cão, entenda que estabeleço regras para que tenhamos uma vida melhor, mas não suporto a tristeza dele quando lhe ralho ou o fecho meia hora na marquise. Sei perfeitamente que não tenho pedagogia, não estudei didática, não sou senão um tipo intuitivo e atabalhoado. Mas sei, e disso não tenho dúvida, que há quem saiba transmitir conhecimentos e que transmitir conhecimentos é como criar de novo aquele que os recebe. Os alunos nascem diante dos professores, uma e outra vez. Surgem de dentro de si mesmos a partir do entusiasmo e das palavras dos professores que os transformam em melhores versões. Quantas vezes me senti outro depois de uma aula brilhante. Punha-me a caminho de casa como se tivesse crescido um palmo inteiro durante cinquenta minutos. Como se fosse muito mais gente. Cheio de um orgulho
comovido por haver tantos assuntos incríveis para se discutir e por merecer que alguém os discutisse comigo. Houve um dia, numa aula de história do sétimo ano, em que falámos das estátuas da Roma antiga. Respondi à professora, uma gorduchinha toda contente e que me deixava contente também, que eram os olhos que induziam a sensação de vida às figuras de pedra. A senhora regozijou. Disse que eu estava muito certo. Iluminei-me todo, não por ter sido o mais rápido a descortinar aquela solução, mas porque tínhamos visto imagens das estátuas mais deslumbrantes do mundo e eu estava esmagado de beleza. Quando me elogiou a resposta, a minha professora contente apenas me premiou a maravilha que era, na verdade, a capacidade de induzir maravilha que ela própria tinha. Estávamos, naquela sala de aula, ao menos nós os dois, felizes. Profundamente felizes. Talvez estas coisas só tenham uma importância nostálgica do tempo da meninice, mas é verdade que quando estive em Florença me doíam os olhos diante das estátuas que vira em reproduções no sétimo ano da escola. E o meu coração galopava como se estivesse a cumprir uma sedução antiga, um amor que começara muito antigamente, se não inteiramente criado por uma professora, sem dúvida que potenciado e acarinhado por uma professora. Todo o amor que nos oferecem ou potenciam é a mais preciosa dádiva possível. Dá -me isto agora porque me ando a convencer de que temos um governo que odeia o seu próprio povo. E porque me parece que perseguir e tomar os professores como má gente é destruir a nossa própria casa. Os professores são extensões óbvias dos pais, dos encarregados pela´educação de algum miúdo, e massacrá-los é como pedir que não sejam capazes de cuidar da maravilha que é a meninice dos nossos miúdos. É como pedir que abdiquem de melhorar os nossos miúdos, que é pior do que nos arrancarem telhas da casa, é pior do que perder a casa, é pior do que comer apenas sopa todos os dias. Estragar os nossos miúdos é o fim do mundo. Estragar os professores, e as escolas, que são fundamentais para melhorarem os nossos miúdos, é o fim do mundo. Nas escolas reside a esperança toda de que, um dia, o mundo seja um condomínio de gente bem formada, apaziguada com a sua condição mortal mas esforçada para se transcender no alcance da felicidade. E a felicidade, disso já sabemos todos, não é individual. É obrigatoriamente uma conquista para um coletivo. Porque sozinhos por natureza andam os destituídos de afeto. As escolas não podem ser transformadas em lugares de guerra. Os professores não podem ser reduzidos a burocratas e não são elásticos. Não é indiferente ensinar vinte ou trinta pessoas ao mesmo tempo. Os alunos não podem abdicar da maravilha nem do entusiasmo do conhecimento. E um país que forma os seus cidadãos e depois os exporta sem piedade e por qualquer preço é um país que enlouqueceu. Um país que não se ocupa com a delicada tarefa de educar, não serve para nada. Está a suicidar-se. Odeia e odeia-se.
Valter Hugo Mãe
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Deputado Emídio Guerreiro na biblioteca
Integrado no programa do Parlamento dos Jovens, esteve hoje presente na nossa escola o deputado Emídio Guerreiro para fazer uma sessão de esclarecimento acerca das funções dos deputados na Assembleia da República. Nesta sessão, estiveram presentes os alunos do 9ºC e D e os Delegados de Turma do 3ºciclo. A sua grande capacidade de comunicação, afabilidade e sentido de humor ficou bem patente nas duas horas em que Emídio Guerreiro esteve presente na biblioteca. Temos a certeza que os jovens "deputados" da nossa escola ficaram bastante mais esclarecidos acerca dos meandros da política.
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