sexta-feira, 17 de maio de 2013

A preparar o Dia Mundial do Ambiente


Celebra-se  a 5 de junho, mas por cá, a EB dos Enxertos já começou os ensaios. Promete!






Livros da nossa biblioteca

                                                                                  viajarpelaleitura.blogspot.com


   
   O dia a partir do qual nada continuaria a ser como até aí, na vida de Raimund Gregorius, começou como tantos outros dias. Vindo da estrada nacional, entrou às sete e quarenta e cinco na ponte de Kirchenfeld, que liga o centro da cidade à zona onde se encontra o liceu. Era isso que fazia todos os dias de trabalho durante e ano lectivo, e chegava à ponte precisamente um quarto de hora antes das oito. Quando uma vez encontrou a ponte vedada ao trânsito cometeu um erro na aula de Grego, logo a seguir. Nunca tal tinha acontecido antes, e nunca aconteceu depois. A escola inteira comentou esse lapso durante dias a fio. Quanto mais tempo durava a discussão, maior era o número daqueles que o atribuíam a um erro de audição. Finalmente, essa versão acabou por se impor também entre os alunos que estavam presentes quando isso ocorreu. Era simplesmente impensável que o Mundus, como lhe chamavam, pudesse cometer um erro em Grego, Latim ou Hebraico.
   Gregorius olhou em frente, para as torres esguias do Museu de História da cidade de Berna, mais para cima, para a cintura do trânsito e para baixo, para o Aare, com as suas águas glaciares verdes. Um vento agreste, que arrastava núvens baixas, virou-lhe o chapéu-de-chuva e molhou-lhe o rosto com rajadas de chuva. Foi então que reparou na mulher no meio da ponte.
Comboio Nocturno para Lisboa
Pascal Mercier 

Mar...




No coração quero levar
O teu aroma de mar.
Volta para mim,
Quero sentir o teu cheiro de algas e sal.
Rúben Baptista e Hugo Rafael Silva, 7ºA

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Livros da nossa biblioteca

                                                                                           www.wook.pt


Olá...
A minha vida decorreu na segunda metade do século XV, o quattrocento como nós, os italianos, lhe chamamos, e durante parte do século seguinte. A esta época foi dado o nome de Renascimento, porque significou o "renascer" da cultura, das artes e das ciências na Europa. Todas a s aactividades humanas foram revividas com uma intensidade como já não se assistia desde os tempos do florecimento da civilização romana.
Dos filósofos aos poetas, dos arquitectos aos pintores, dos reis e papas e até à gente comum, todos nos sentíamos capazes de transformar o mundo. E eu, como filho dessa época, não escapei a esse impulso. Por isso, dediquei-me a pintar, a esculpir, a desenhar fortalezas e máquinas de guerra, a criar máquinas para voar e outros pequenos objectos que tornaram mais fáceis as tarefas do Homem.
Além de observar as estrelas, estudei o corpo humano e dediquei muitas horas à música - gostava de tocar alaúde -, de cozinhar e de preparar banquetes, e até de inventar adivinhas para divertir as damas da corte.
Chamo-me...Leonardo da Vinci
Antonio Tello/Johanna A. Boccardo

Ó Mar Português!

                                                                       
                                                                                anseiosdaalma-etc.blogspot.com



Ó mar salgado, quanto do teu sal
São travessuras pelo bem e pelo mal.
Para te desafiarmos, quantas famílias choraram,
Quantos filhos pecaram
Para te conquistarmos, ó mar!

Valeu a coragem? Tudo tem valor
Quando fazemos as coisas por amor.
Amor, que nos causa dor,
Mas que importa lamentar
Pois já passamos o Bojador!

Neptuno, o teu Deus, o perigo e o abismo te deu,
Mas há sempre uma luz que se reflete lá no céu!
Letícia Costa e Telma Sousa, 7ºA 





quarta-feira, 15 de maio de 2013

Livros da nossa biblioteca

                                                                                                www.presenca.pt

   Comecei a escrever este livro quando a minha filha tinha cinco anos. Percebi que eu não ia estar sempre por perto e que tinha muitos pensamentos e sentimentos que queria partilhar com ela. Comecei a escrever-lhe cartas sobre os assuntos que me eram mais queridos, para todas aquelas ocasiões em que uma filha se poderá perguntar o que a sua mãe teria dito sobre o que quer que fosse. 
   Muito daquilo sobre o que escrevi foi o que a própria vida me ensinou. O resto baseia-se na observação das vidas de outras pessoas. Algumas das lições foram lindas, outras difíceis. Cometi erros e aprendi com eles. Encontrei o amor e a dor, a desilusão e o sucesso - e tenho a certeza de que ainda tenho muito pela frente, mais com que aprender e mais com que crescer.
   Não sei que idade terás quando leres as partes que mais te interessam neste livro. A idade não importa. O que importa é se as palavras te falam ao coração da forma que espero. A "voz" em itálico no início de alguns capítulos é a voz de várias filhas, incluindo a minha. À medida que fores lendo, tenho esperança de que estas páginas te dêem inspiração e algumas maneiras diferentes de lidar com os desafios da vida.
Conversas com a Minha Filha
Izabella Little
   

Ó Mar!

                                                                           oboi20.ru



Ó mar, de águas calmas
E por vezes perigosas,
Sepultura de muitas almas,
De horas muito dolorosas.

Ó mar, bonito mar
Fazes de espelho,
Quando o sol muda de cor
Tu ficas vermelho.

Ó mar, doce mar,
Tu choras de alegria?
Ou de tristeza?      

Leonardo e José Carlos, 7ºA                                                    

terça-feira, 14 de maio de 2013

Vencedores do Concurso "Vamos lá saber...Português" - 2º Ciclo

5ºAno
1º lugar
                                                         Ana Pereira e Luís Leite - 5ºC
 
2º lugar - Beatriz Pinto e Daniel Silva - 5ºA
3º lugar - Tânia Guimarães e Vasco Gonçalves - 5ºE

6ºAno
1º lugar
                                                          Ama Monteiro e Inês Coelho - 6ºC

2º lugar - Sara Silva e Ricardo Pereira - 6ºE
3º lugar - Inês Castro e Márcia Fernandes - 6ºB
            
      Muitos parabéns!






Livros da nossa biblioteca

                                                                                                        www.wook.pt

   Era uma vez quatro crianças chamadas Peter, Susan, Edmund e Lucy. Esta história é sobre uma coisa que lhes aconteceu quando tiveram que sair de Londres durante a guerra, devido aos ataques aéreos. Enviaram-nas para casa de um professor, que vivia em pleno centro do país, a 15 quilómetros da estação de caminhos-de-ferro e a três quilómetros da estação de correios mais próxima. O professor era solteiro e morava numa casa enorme com uma governanta, a senhora Macready, e três criadas. (Os nomes destas era, Ivy, Margaret e Betty, mas não têm um papel muito importante na história.) Era um senhor idoso, com uma cabeleira branca desgrenhada e muitos pêlos a cobrir-lhe a maior parte da cara, e os garotos gostaram dele quase à primeira vista; porém, ao anoitecer do dia em que chegaram, quando ele apareceu para recebê-los à porta de casa, acharam-no com um ar tão esquisito que Lucy (a mais nova) teve um nadinha de medo dele e Edmund (o mais novo a seguir a ela) ficou cheio de vontade de rir e, para disfarçar, teve de fingir qie estava constantemente a asoar-se.
O Leão, a Feiticeira e o Guarda-roupa
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