sábado, 26 de outubro de 2013

Oficina de Escrita Poética - 6ºB

                                                                ceucordelaranja.blogspot.com

A Folha de Outono
Numa noite de Outono,
o vento soprava fortemente. 
Eu estava a fazer o meu sono
quando caí lentamente.

Acordei no chão e comecei a voar.
O vento levou-me
pelo ar.

Passei por ruas e estradas,
vales e montanhas.
Passei cidades estranhas,
passei escolas verdes e castanhas...
Nuno e Rui

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Com o fim de semana à porta





No Sábado, às 21:00 no Centro Pastoral de S. Miguel irão ser comemorados os dois anos do programa da Radio Vizela, "Hora da Poesia". Estão todos convidados! E bom fim de semana!

Livros da nossa biblioteca

                                                                                           www.cm-alcanena-pt

   Eddie é um veterano da Segunda Guerra Mundial que sente que a sua vida não tem qualquer sentido ou importância. Aos 83 anos, trabalha ainda como responsável de manutençaõ de um parque de diversões. Passa os dias a fazer trabalhos rotineiros e não consegue afastar a sensação de profunda solidão e de arrependimento por não ter vivido mais intensamente. Mas é precisamente no dia do seu 83º aniversário que Eddie morre num acidente trágico, ao salvar a vida a uma criança. A última coisa que sente são duas mãozinhas a segurar as suas - depois um imenso silêncio. É entaõ que tudo começa. Eddie desperta no Céu. À sua espera estão cinco pessoas - umas são perfeitas desconhecidas, outras são-lhe muito pr´ximas - que, de uma forma ou de outra, determinaram o percurso da sua vida. Cada uma destas pessoas fez parte da vida de Eddie por uma razão especial, embora ele não o compreendesse na altura.
As Cinco Pessoas que Encontramos no Céu
de Mitch Albom 

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Oficina de Escrita poética - 6ºB

                                                                                      osventospoeticos.blogspot.com


A Viagem de uma Folha de Outono
A folha voa...
Levemente...
Até que cai ao chão
e fica...somente.

De uma árvore
 se soltou ela.
De verde, 
passou a amarela.

Com a corrente de ar
ela voa sem parar!

Das árvores elas caem.
Não só uma, mas milhares!
A árvore fica despida...

Uma para cada lado
vão ficar.
Até que um varredor
as vier apanhar.
Zé Pedro e Catarina

Livros da nossa biblioteca

                                                                                                     rizzenhas.com

   Nasci no meio da fumaça e da mortandade da Segunda Guerra Mundial e a maior parte da minha juventude transcorreu na expectativa de ver o planeta voar em pedaços quando alguém premisse distraidamente um botão e fossem disparadas as bombas atómicas. Ninguém esperava ter uma vida muito longa; devorávamos angustiadamente cada momento antes que o apocalipse nos surpreendesse; não havia tempo para examinar o próprio umbigo e tomar notas, como se faz agora. Ainda por cima cresci em Santiago do Chile, onde qualquer tendência natural para a autocontemplação é cortada pela raiz. A máxima que define o estilo de vida dessa cidade é: "Camarão que dorme, vai na corrente". Noutras culturas mais sofisticadas, como as de Buenos Aires ou de Nova Iorque, a visita ao psicólogo era uma actividade normal; abster-se era considerado uma falta de cultura ou rusticidade mental. Mas no Chile só os loucos perigosos o faziam, e metidos numa camisa-de-forças...
O Meu País Inventado
de Isabel Allende 

Este planeta é a nossa casa...

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E o planeta agradece!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Oficinas de Escrita Poética - 6ºB

                                           
                                     estudos.gospelmais.com.br                                   

O Pássaro Assustado
Era uma vez um pássaro
que estava a dormir.
Veio uma corrente de ar 
e ele teve que partir.

Estava a voar
para uma região quente.
Só que veio nevoeiro
e despareceu de repente.

Ficou assustado.
Tentou fugir.
Mas não sabia
para onde ir.

Estava a fugir 
com os amigos tentou falar. 
Só que, depois, 
começou a trovejar.

Tentou escapar
mas não conseguiu.
Mas assim que viu o seu grupo
a eles se uniu.
Pedro e Diogo 

Livros da nossa biblioteca

                                                                                                    www.bulhosa.pt

   O meu nome é Stilton, Geronimo Stilton.
  Considero-me um senhor, ou melhor, um roedor absolutamente normal. Sou editor e a minha editora publica o jornal mais famoso da Ilha dos Ratos, o Diário dos Roedores. Os meus gostos são TRADICIONAIS: agradam-me a música clássica, os bons livros, a cozinha de antigamente, visto casaco e gravata...a meu ver, um rato deve, sobretudo, evitar dar nas vistas. Detesto a música rock, a cozinha étnica, o vestuário estilo casual-desleixado, os ratos barulhentos e metediços... Gosto da minha vida calma e organizada, adoro que cada dia seja igual aos outros. Há quem possa pensar que sou um rato enfadonho, bem sei, mas a mim agrada-me ser como sou. Porque é que vos estou a dizer tudo isto?
Um Susto de Colaboradora
de Geronimo Stilton

Este planeta é a nossa casa...

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Uma óptima ideia para reciclar "skates" velhos. E o planeta agradece!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

À "boleia"

      A equipa da Biblioteca aproveitou a "boleia" que a psicóloga do Agrupamento lhe ofereceu. Quer dizer, a Drª Estela convidou a Biblioteca a participar na reunião que faz habitualmente  com os pais dos alunos do 5º ano, para lhes propor uma sessão de trabalho sobre as alterações que a mudança de ciclo implicam. 
       Não se poderia perder uma oportunidade destas! Foi assim que, através de uma pequena intervenção,  a professora bibliotecária reforçou junto dos pais a necessidade de um trabalho partilhado e continuado entre a escola e as família na promoção da leitura e na criação de hábitos de leitura.
       Aconteceu hoje, entre as 18 e as 19 horas, na EB Caldas de Vizela.









Galeria José Saramago

Foi depois de explorada a história "A Maior Flor do Mundo" que a turma C da EB Mª de Lurdes Sampaio e Melo se propôs fazer uma galeria de desenhos do autor José Saramago. 

Estes são alguns dos desenhos. Parabéns aos artistas!












Oficina de Escrita Poética - 6ºB

 
A Núvem Viajante
Uma hora fria aparece.
Onde devo ir? Onde devo entrar?
Daqui a minutos anoitece
e a núvem desparece.

Em cima de uma núvem
eu vou estar.
Vou ver coisas de encantar
neste mundo de espantar.

Isto é um sonho.
Não quero acreditar.
Vejo tudo a andar à roda. 
Não quero acordar.
Luís e Leandro











Livros da nossa biblioteca

                                                                                       www.leyaonline.com

   Era uma vez um rei que tinha três filhas. 
   A princesa mais velha era muito vaidosa, muito egoísta e muito senhora do seu nariz.
   A princesa do meio era muito senhora do seu nariz, muito vaidosa, muito invejosa e muito egoísta.
   A princesa mais nova era muito simples, muito bondosa, muito educada e muito bela.
   Embora gostasse de todas, o rei tinha um carinho muito especial pela filha mais nova, o que causava muita inveja à princesa mais velha e à princesa do meio.
   O rei, que em tempos tinha sido um dos homens mais ricos do mundo inteiro, estava na miséria porque o seu reino tinha sido atingido por sucessivas guerras, terramotos, epidemias e desgraças.
   Para que o seu povo não sofresse tanto, o rei distribuiu toda a riqueza que lhe restava e resolveu fazer uma longa viagem para pedir ajuda aos reis de outros países.
   Antes de partir, perguntou a cada uma das princesas que presentes gostariam que lhes trouxesse:
   Disse a filha mais velha:
   - Quero que me tragas um colar feito com as maiores pérolas que achares.
   Disse a filha do meio:
   - Quero que me tragas um vestido bordado a ouro e feito com a mais fina seda que achares.
   A princesa mais nova não abriu a boca.
A Princesa e a Serpente
de António Mota

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Convites

A Biblioteca da EB 2,3 de Vizela convida:




Livro de Leituras

       Durante esta semana serão distribuídos, nas EB1, os "Livros de Leituras" criados para facilitar a execução do projeto "Ler é aprender", uma parceria entre a Rede de Bibliotecas Escolares, a Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes, o Agrupamento de Escolas de Caldas de Vizela e o Agrupamento de Infias. O projeto abrange todas as turmas de 2º e 3º anos, dos dois agrupamentos, e duas turmas do 4º ano de cada um deles. 
       O grande objetivo é melhorar as competências de leitura e compreensão, através da exploração das obras indicadas para Educação Literária.

Boas leituras!



Patrulha da energia

       Na EB Maria de Lurdes está em ação a "Patrulha da energia" que  verifica em todos os espaços da escola se há energia a ser desperdiçada. Os patrulhadores ( a Maria e a Ana Raquel do 1º e 2º anos,  o Tiago e  Francisco do 3º ano, a Francisca e o Tiago do 4º ano ) são muito rigorosos mas a biblioteca passou no teste. 
     Em nossas casas vamos todos poupar energia. É bom para o orçamento familiar e o nosso planeta  agradece.



"A Amizade" (inspirado no capítulo da raposa em "O Principezinho")

                                                                                                  www.smartbabies.pt



A amizade é o amor das pessoas. A amizade é como encontrar uma pessoa no meio do nada e fazermos amizades imortais - nós pensamos que ela dura para sempre mas sempre temos que passar por obstáculos.

Também podemos brincar com os nossos amigos e melhores amigos, e podemos encontrar amigos na escola e na catequese. Para fazer um amigo precisamos de ter confiança nele e acreditar que ele seja um bom amigo.


Simão Oliveira 5ºA

Rui Oliveira 5ºA 

Tomás Diniz 5ºA





Livros da nossa biblioteca

                                                                                           www.bulhosa.pt  
   Vou contar uma aventura que foi, é e vai continuar a ser incrivelmente fantástica! Tudo se passou na Quinta da Bacalhoa, em Azeitão, pertinho da bela Serra da Arrábida.
   Desafiado por uma avó, fui visitar a quinta. Mal entrámos, ela segredou-me baixinho:
   - Tchim, esta quinta tem um jardim encantado... Um jardim muito importante em Portugal, associado às Descobertas e ao Renascimento, que tem um segredo... O sossego, o respeito pela natureza e pela nossa história parou aqui o tempo e...
   - Por isso, ainda está tão encantado?... - acrescentou a Maria, que estava connosco (e fora, há algum tempo atrás, também desafiada pela avó para descobrir este mistério).
   Desde sempre conheci a Maria, que escreve e conta histórias de que eu gosto muito. Senti-la por perto era muito bom.
Tchim e o Jardim Encantado
de Graça Gonçalves

Vanessa - Voluntária da Cruz Vermelha

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Com o fim de semana à porta


Integrado na atividade LIÇÕES DE ESCURIDÃO, o Centro Cultural Vila flor, em Guimarães, está a desenvolver um projeto muito interessante. Para crianças (entre os 7 e os 10 anos) e pais, a Oficina de Escultura, POR DEBAIXO DA TERRA, é uma ótima oportunidade para um saudável convívio para as famílias. Espreitem na página acima sublinhada para saberem mais pormenores.

Hoje á noite, pelas 21:00 na Biblioteca Fundação Jorge Antunes a apresentação, pela professora Conceição Lima, do livro Nobre Povo de Lourdes dos Anjos.


quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O que podes encontrar na biblioteca...


Livros, Jornais, Revistas, DVDs, Computadores, Tablets, CDs, Televisão.
Na nossa biblioteca, não falta informação!

Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza

                                                                                               www.facebook.com
Francisco José Martinho dos Santos tinha 30 anos. Vivia em condições miseráveis com a mulher, de 21, e o filho, de 4 na "ilha" de Campanhã que o público retratou na reportagem SOS na Zona Pobre. Fransisco José,  feito "homem fantasma" numa rixa que o deixou impossibilitado de trabalhar, esperava que a Câmara do Porto lhe atribuísse uma casa. Esteve perto de o conseguir, mas um engano deixou a família a viver entre as mesmas paredes podres. Francisco José morreu à espera. José António Pinto, técnico assistente social da Junta de Freguesia de Campanhã, conhecido como o "Chalana", deu a notícia ao autor da reportagem, o jornalista Paulo Moura, nesta quinta-feira, através de uma carta que publicamos na íntegra:

"Olá Paulo Moura,
O Zé Fran­cisco par­tiu. Fale­ceu ontem no Hospital de S. João. Quando a grande reportagem do jor­nal PÚBLICO foi edi­tada, já se encon­trava inter­nado. Mesmo sendo sev­era­mente pobre e cas­ti­gado por estas políti­cas soci­ais, o Zé son­hava ver o Ivo crescer, a Sara sor­rir com dentes novos e pas­sar já o próximo Natal numa casa digna e decente cedida pela Câmara Munic­i­pal do Porto. Soube hoje desta triste notí­cia pela boca do seu filho, que me procurou com a avó no posto de atendi­mento do Bairro do Lagarteiro para me dizer “Ó Dr. Pinto, o meu pai já saiu do hos­pi­tal, mas agora não podes falar mais com ele. Foi para o Céu. Quando eu for grande e se me por­tar bem, ele volta.” Peguei neste menino de óculos novos e fomos passear de carro. Ouvir música, lan­char, desen­har, jogar com­puta­dor. Devolvi-o à mãe de olhos enchar­ca­dos às 19h30. Já era noite, tudo estava escuro e triste naquele portão da ilha. O Zé era muito novo. Mere­cia ter vida e vida em abundân­cia. O sis­tema esmagou-o, não lhe deu opor­tu­nidades nem recursos, não per­mi­tiu que ele real­izasse os seus son­hos, não lhe pro­por­cio­nou as mín­i­mas condições dig­nas de sobre­vivência, não foi justo com as suas reivin­di­cações. O Zé chorou no hos­pi­tal quando perce­beu que estava a chegar ao fim, sem­anas antes tinha-se revoltado no Gabi­nete do Inquilino Munic­i­pal quando a téc­nica gestora do seu pedido de casa o infor­mou que a chave do novo tecto ainda estava demor­ada. Nesse dia chorou de raiva. A sua dig­nidade e os seus dire­itos foram ao longo destes anos sendo enter­ra­dos, hoje o seu corpo tam­bém foi para debaixo da terra.
Aquele abraço fraterno,
José António Pinto (Chalana)"

in Jornal Público