quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Yes we can!

                                                           www.verdemovimento.com

Livros (novos) da nossa biblioteca

                                                                  portalivros.wordpress.com

Para passar no Programa de Iniciação aos Dragões, o Hiccup tem de arranjar o seu próprio dragão e treiná-lo. Será que o dragão que conseguiu apanhar se vai revelar o companheiro de que Hiccup precisa, ajudando-o a tornar-se o Herói que o filho do Chefe da tribo deve ser? Para pôr o Hiccup e o Desdentado à prova, nada como um gigantesco dragão-marinho, que aparece na ilha de Berk para devorar todos os vikings!
Como Treinares o Teu Dragão
de Cressida Cowell

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Corta-Mato Escolar 2013



Esta fria manhã de inverno não demoveu os participantes da edição de 2013 do Corta-Mato Escolar que este ano se realizou na Escola Secundária de Vizela. Após terem sido distribuídos alimentos para dar mais energia aos nossos atletas, deu-se início às provas. Estão neste momento a decorrer mas assim que terminarem, voltaremos aqui para vos dar os resultados finais.
A Diana e a Margarida, do 8ºA, fizeram questão de participar nesta prova, escrevendo um pequeno texto jornalístico que aqui vos deixamos. Obrigada!

O Corta-Mato escolar é hoje. Os nossos colegas foram de autocarro até à Escola Secundária onde se realiza a prova. O Vasco e o Carlos vão correr por nós. Boa sorte para todos os atletas!

"Eu olho para um quadro..."

                                                               7dasartes.blogspot.com

Em termos objetivos, o quadro "Comedores de Batatas" de Vincent Van Gogh tem como elementos dois homens e três mulheres. Quatro das cinco pessoas que estão no quadro usam chapéus e vestem grandes casacos. As cinco pessoas estão sentadas à volta de uma mesa. A senhora do lado direito serve café ou chá e as restantes pessoas retiram comida de uma travessa que está pousada na mesa. Apenas se consegue observar rostos de quatro das cinco pessoas que estão no quadro pois há uma que está de costas. A casa é escura e há apenas uma luz.
Em tremos subjetivos, as pessoas representadas no quadro parecem viver num ambiente pobreza; pelos seus trajes, pela pouca quantidade de comida na mesa, pelo aspeto da casa que parece ser feita de material fraco.. As pessoas parecem tristes, o que pode estar relacionado com a pobreza em que vivem. A tristeza nota-se principalmente no rosto da mulher que está à direita. Num ato de gentileza, o homem que está ao seu lado oferece-lhe algo. O homem e a mulher do lado esquerdo apenas servem o que poderá ser o jantar porque nas janelas apenas se vê escuridão. O relógio marca as oito horas. O jantar poderá ser apenas batatas, pois está explícito no título do quadro.  A pessoa que está de costas, poderá ser uma mulher pois parece estar de vestido.
O quadro é antigo, não só pelo ano em que foi pintado (1885), mas também pelo candeeiro a petróleo que ilumina a casa. Em alguns sítios, as paredes parecem mais claras e em outras mais escuras. No entanto, penso que seja apenas o efeito da luz.
Sara Rafaela da Silva
9ºC


Livros (novos) da nossa biblioteca

                                                                        www.wook.pt
   Se perguntassem ao Máximo o que é que ele mais gostava de fazer, ele responderia sem hesitar: correr.
   desde pequeno que ele adorava sentir a crina a esvoaçar ao vento, o som ritmado dos cascos a bater no chão, a paisagem a passar por ele a grande velocidade...
   Devido a essa sua paixão, todo o tempo livre era passado a correr: corria de manhã para ver o sol nascer, corria para casa para chegar a tempo do almoço, corria para conseguir alguma coisa que lhe fosse pedida, corria quando nada mais havia para fazer...
   Ele e os amigos, na brincadeira, costumavam competir entre si para descobrir quem era o melhor e, quando o critério era a velocidade, já todos sabiam que o primeiro a cruxar a meta seria sempre o Máximo.
   Quando cresceu, este cavalo começou a participar em provas, e era com imenso orgulho que levava para casa todos os prémios juvenis que havia para ganhar.
O Tubarão Vegetariano
de Margarida Fonseca Santos
     Maria Teresa Maia Gonzalez
     Rita Vilela

Este planeta é a nossa casa...

                                                             www.verdemovimento.com

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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Concurso Nacional de Leitura

Terminou ontem  o prazo de inscrição para a 1ª fase do Concurso Nacional de Leitura.



No entanto, como há turmas ainda não representadas, o prazo para as inscrições é alargado até 22 de novembro (6ª feira).




Desafia a tua mente

O ano letivo 2013 - 2014 já vai no segundo enigma do  passatempo "Desafia a tua mente". O primeiro saiu no mês de outubro  e dele resultaram duas vencedoras:
Ana Beatriz Ferreira Silva, 6º E
Ana Carolina Lopes Castro, 6º E  
O desafio do mês de novembro é o seguinte:



Leiam com atenção, ativem o raciocínio e o cálculo mental!

 Boa sorte!


Livros (novos) da nossa biblioteca

                                                                    oficinadolivro.blogs.sapo.pt
   Honor encaminhou-se para a porta, destrancou-a e saiu para o alpendre, olhando na direção da moita de malvas-brancas. E ali estava ele, deitado, parcialmente sobre o lado esquerdo do corpo e de face para baixo, o rosto virado para o lado oposto daquele em que ela se encontrava e com o braço esquerdo estendido acima da cabeça. Permanecia imóvel. Honor nem sequer conseguia ver qualquer movimento na caixa torácica que indicasse que o homem respirava. deu meia volta rápida e empurrou Emily suavemente para que voltasse a entrar em casa.
   - Queridinha, vai para o quarto da mamã. Traz-me o telefone que está em cima da mesa de cabeceira, por favor.  - Sem querer assustar a filha, falou-lhe o mais calmamente que lhe foi possível, após o que se apressou a descer os degraus do alpendre e correu através do relvado orvalhado em direção à figura caída por terra.
Letal
de Sandra Brown

"Eu olho para um quadro..."

                                                                          oglobo.globo.com


Texto Objetivo
Após uma análise atenta do quadro "A Dança da Vida" de Edvard Munch, pude constatar que os homens, vestidos de preto, dançam com os seus pares, vestidos de branco. Um casal está no centro e a mulher encontra-se vestida de vermelho. A assistir à dança desse casal estão duas mulheres: uma vestida de branco e outra vestida de preto. Todas estas pessoas encontram-se num relvado junto à praia. O relvado tem algumas flores e o sol encontra-se ao fundo, junto da linha do mar.
Texto Subjetivo
A dança e os sorrisos estampados nos rostos dos dançarinos representam alegria e festividade. Os olhares apaixonados que são trocados indicam paixão e amor. A mulher representada ao centro enverga um vestido de cor vermelha que pode simbolizar o amor e a paixão. A mulher vestida de branco, que se encontra a assistir à dança do casal, indica a paz e o amor e a aprovação da junção daquele casal. Pode representar o anjo que abençoa a união daquele homem e daquela mulher. A mulher vestida de preto que também se encontra a assistir à dança desse casal, indica a falta de liberdade, a tristeza e a dor da separação que pode vir a acontecer, a não-aceitação do envolvimento amoroso. Pode representar o demónio que deseja o mal, a dor, que não suporta o amor e que fará tudo para o destruir. O facto destas pessoas se encontrarem na praia pode simbolizar a liberdade e o mar, pode indicar a alegria infinita e o amor sem limites.
Ana Francisca
9ºC



Este planeta é a nossa casa...

Agora que se aproxima o Natal e porque estamos em tempo de crise económica, aqui têm uma belíssima ideia para uma prenda de Natal. Fica barato e...

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segunda-feira, 18 de novembro de 2013

"Eu olho para um quadro..."

                                                                    commons.wikimedia.org


Este quadro de Belmiro de Almeida, "Arrufos", pode ser caracterizado objetivamente e subjetivamente. Objetivamente temos um casal onde em que o homem está com um fato preto e a mulher com um vestido comprido bege. Os cabelos de ambos são pretos. O casal está dentro de uma casa pois veem-se sofás, camas e tapetes. Existe uma jarra partida cuja flor, uma rosa, está caída no chão. Subjetivamente venos que há tristeza e sofrimento por parte da mulher que está a chorar. Por sua vez, o homem mostra um certo relaxamento e superioridade. A situação localiza-se no século XIX pois vemo-lo nas roupas e na decoração da casa. O nome "Arrufos", significa uma zanga passageira e relaciona-se com a cena passada no quadro.
Carla Vanessa Monteiro da Silva 
9ºC

Livros (novos) da nossa biblioteca

                                                                            www.fnac.pt

Sigmund, o elefante com memória de formiga, Faruk, o cão que não farejava, e K'Pena, o pavão depenado são alguns dos amigos que encontrarás nestas "Fábulas de Perder e Ganhar". Com todos eles, vais ver que no meio de tudo o que se pode perder há muito que se pode ganhar. Lê estas fábulas e percebe como!
Memória de Elefante e Outras Fábulas de Perder e Ganhar
de Margarida Fonseca Santos
     Maria Teresa Maia Gonzalez
     Rita Vilela

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Com o fim de semana à porta...



                                                                                                      theinquietus.com
Se gostas de música eletrónica e de imagem, este festival é considerado um dos 26 melhores festivais do mundo Acontece este fim de semana em Braga. Clica AQUI para veres o programa.

O festival de música eletrónica Semibreve realiza-se em Braga de sexta-feira a domingo, com destaque para a estreia mundial do concerto de celebração dos 20 anos de "Vinyl Requiem", de Philip Jeck e LOL Sargent.
Em declarações à agência Lusa, Luís Fernandes, um dos coordenadores do festival que em 2013 tem a terceira edição, disse que o Semibreve volta a levar a Braga "nomes maiores" da música eletrónica para um total de nove concertos, workshops.
in Sapo Música
                                                                Bom fim de semana!

Livros (novos) da nossa biblioteca

                                                                          www.ositiodolivro.pt


Os Três Casamentos de Camilla S. é a autobiografia de uma velha senhora que aos noventa anos decide contar a sua vida, incluindo o que ela possa ter de inconfessável. 
Desde os ambientes à narrativa (que atravessa quase um século de história), estamos perante um livro adequadamente romãntico e profundamente moderno, onde estã presentes a poesia e o maravilhoso a que a autora nos habituou.
Os Três Casamentos de Camilla S.
de Rosa Lobato de Faria

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Este planeta é a nossa casa...


                                                              ...e o planeta agradece!

Livros (novos) da nossa biblioteca

                                                                        www.portaldaleitura,pt

  Tem nas suas mãos um romance épico: a vida de D.Afonso Henriques. Recorrendo a uma meticulosa pesquisa histórica, Maria ventura transporta-nos para o século XII e envolve-nos com as paisagens, culturas e figuras dessa éoca distante. No centro da acção está Afonso Henriques, o primeiro homem a sonhar Portugal, e que tornou esse sonho realidade com golpes de espada, traições familiares, intrigas religiosas e muita determinação. 
   Afonso chegou até nós como um homem sem medo, vencedor de batalhas impossíveis, líder na frente de combate e na frente diplomática. Mas Maria Ventura vai mais longe e apresenta-nos um homem que faria as delícias de Maquiavel: astuto como poucos e sem escrúpulos sempre que necessário. E também um homem apaixonado pela vida, pelos filhos - fossem eles legítimos ou bastardos - e até pela mulher, que finalmente aprendeu a amar.
   Amadurecendo de príncipr impulsivo para soberano ponderado, no fim da vida, Afonso deixa-nos um território pouco diferente daquele que temos hoje em dia. sem ele não haveria Portugal nem língua portuguesa, e numa as caravelas com a cruz de Cristo teriam partido em busca de novas paragens nem Camões cantado os Lusíadas.
Afonso o Conquistador
de Maria Helena Ventura

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Oficina de Escrita Poética - "Viajar..."

                                                                     kianygreidel.blogspot.com
A vida é feita de surpresas, sonhos e desejos que só nós construímos com toda a nossa garra e determinação. Aproveitar a vida a cada minuto, agarrar no que temos e no que não temos. Ler a nossa alma e seguir o coração que é quem mais ordena. Viajar para mundos desconhecidos sem ter medo de ir e não voltar. Momentos inesquecíveis eu quero alcançar. Iremos rir, chorar e voar nas asas da fantasia. Vamos ter força e alegria. Vamos esvoaçar pelas núvens e pelo tempo deixando que a nossa alegria se espalhe.
Adriana F. e Ana Isabel - 9ºB

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Oficina de Escrita Poética - "Viajar..."

                                                                       www.facebook.com


A vida é feita de sorrisos e lágrimas,
nos anos da inocência, em que tudo é perfeito.
Onde a vida não passa de uma brincadeira
e nada, nem ninguém, tem defeitos.

Passa o dia e vem a noite.
Na imensidão do mar,
onde a confusão perdura
até a adolescência passar.
Bárbara e Gabriela - 9ºB

Dia de S. Martinho

O S. Martinho foi festejado na maioria das escolas do Agrupamento com dramatizações, jogos tradicionais, recolha de tradições, castanhas, sol quentinho e alegria quanto baste.


Adivinha
Alto foi meu nascimento,
fui criada num convento,
e quando me ia rir
tamanho trambolhão dei
que a minha casa não voltei!



Lenda de S. Martinho

A lenda de S.Martinho
Dá-nos uma grande lição
ajudou o pobrezinho
estendendo-lhe a sua mão.

Deu-lhe metade da capa
que o deixava quentinho
mas ele não se importou
e o tempo foi amiguinho.

 As nuvens foram-se embora
P'ra que o sol aparecesse
Neste dia fez calor
Para que ninguém o esquecesse.

E a 11 de novembro
o sol sempre aparece
É o verão de S. Martinho
Que neste dia te aquece.

Rosa Mateus
(recolha da turma 3º E, EB Enxertos)


As castanhas

São castanhas, são castanhas!
Bem assadas e quentinhas
compre uma dúzia, menino,
 São boas e baratinhas.

Com as mãos enregeladas
fui descascando as castanhas
as mãos ficaram quentes
mas todas enfarruscadas.

Para cas fui andando
e ao longe se ouvia
a vendedora gritando: 
- Castanhas quentes e boas!




segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Foi hasteada a bandeira Eco-Escolas na EB Devesinha

Foi no passado dia 7 de novembro. Toda a escola esteve envolvida na cerimónia que incluiu  uma passagem de modelos, fabricados com materiais recicláveis. A "patrulha eco", assumiu as suas responsabilidades, por escrito, e vai estar muito atenta a todas as situações que possam promover a defesa do ambiente. A comunidade educativa e local esteve muito bem representada como se pode constatar no vídeo.



Oficina de Escrita Poética - "Viajar..."

                                                                  www.facebook.com


Já os meus avós diziam:
o melhor de uma viagem
está na jornada, não no destino.
Assim, cresci a admirar
o que mais me fascinava. aquilo que me rodeava.
Cresci a ouvir histórias,
contos de aventuras, lendas e mitos.
Agora, crescido, o que quero é partir.
Ver vales, monhtanhas e mares.
Para um dia poder contar,
as minhas aventuras vividas, sonhadas.
Há quem me chame aventureiro
mas quem me conhece trata-me como um sonhador.
Rafael C. e João G - 9ºB

Música e letra do "grilinho tenor"

Já tinham sido publicadas algumas imagens desta atividade que se repetiu nas EB dos Enxertos e Mª de Lurdes. No entanto, pareceu-nos importante voltar a falar do "Grilinho tenor" como forma de divulgação do trabalho de preparação desta receção, que, neste caso, resultou também na criação de uma letra e música originais. O professor de ALE, Fernando Cacheta foi o autor e os alunos da EB Devesinha cantaram e declamaram. Ora ouçam!


domingo, 10 de novembro de 2013

Pré inauguração da exposição "Viagem ao Paleozoico"

O pavilhão "Museu" dos Bombeiros Voluntários de Vizela recebe de 9 a 23 de novembro uma interessante exposição sobre os primórdios da vida na Terra: o Paleozoico.
Esta iniciativa resulta de um projeto da turma 9º C vocacional, coordenado pelos professores Luís Filipe Barata e Sandra Pereira. No sábado, 9 de novembro aconteceu a pré- inauguração que contou com a presença e participação de Carlos Dias que disponibilizou as peças em exposição.

Como forma de participação no projeto, as EB foram convidadas a "construir " uma trilobite, a partir de moldes feitos pela turma dinamizadora, para posteriormente serem expostas. Uma delas será eleita "a mais bonita". Brevemente deixaremos aqui as fotos destas belezas!

Visitem a exposição!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Livros da nossa biblioteca

                                                                   www.civilizaçaoeditora.pt

Requisitei este livro na biblioteca. Foi o melhor livro de piadas que eu já li. fala sobre homens das cavernas e monstros inacreditáveis! Tem ilustrações fabulosas. Entra também na aventura!
Lucas 6ºE

Com o fim de semana à porta...


A Biblioteca Municipal Fundação Jorge Antunes e a Hora da Poesia têm a honra de o/a convidar para a apresentação do livro o Poder e o Poema de António Bondoso, que se realiza no dia 8 de Novembro, sexta-feira, pelas 21h00. A apresentação estará a cargo da Dra. Conceição Lima.


Uma exposição muito interessante. Estreia no sábado e estará em Vizela até ao dia 23 de Novembro.
Bom fim de semana!

"A Folha Viajante" - Oficina de Escrita Poética

fotografia.folha.uol.com.br

Certo dia 
o vento levou-me
 a fazer uma viagem
emocionante!

Subi colunas,
saltei rios,
passei florestas,
como um comboio andante.

Depois fui, suavemente,
pelas asas do vento.
Finalmente cheguei
ao meu estacionamento.

Vasco e Eduardo 6ºE
                                                                           

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Livros da nossa biblioteca

oquearde.wordpress.com

   Era meu dia de anos e decidi que já bastava de semanas de mosquitos e aguaceiros, de muralhas de selva sempre iguais e arroz com feijão ao pequeno-almoço, almoço, jantar. Desci da balsa em Letícia, uma pequena cidade isolada no coração da Amazónia colombiana, cuja prosperidade deixa muitas questões no ar; guardei a minha prancha numa pensão que me pareceu de confiança e apanhei um voo doméstico para Bogotá. Ofereci-me para o meu dia de anos um fim-de-semana de conforto cosmopolita na capital da Colômbia.
   Foi lá que li a descrição que dá o título e este livro. Na altura apenas achei que era demasiado bonita para ser esquecida, e apontei-a num papel. Encontrava-se à entrada do Museu do Ouro, um dos recipientes mais importantes do pouco que foi possível salvar das culturas pré-colombianas.
   Quando surgiu a possibilidade deste livro houve várias sugestões para o título. Acabei por optar por esta, pelo duplo significado que tem para mim.
No Princípio Estava o Mar
de Gonçalo Cadilhe

"Uma Folhinha" - Oficina de Escrita Poética

                                                                                           

                                                                                       www.blogdojj.blogspot.com


Pelas ruas da cidade
eu estou a voar.
Vejo a felicidade
a espalhar-se pelo ar.

Sou uma folhinha de Outono
que por aí anda a passear.
Subo ao alto das colinas
e vejo os pássaros a voar.

Acabei de sair de uma árvore.
O mundo estou a conhecer.
Mas agora tenho que ir
pois ainda há muito para correr.

Tânia e Beatriz 6ºE

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Livros da nossa biblioteca

oslivros.blogs.sapo.pt

Foi uma chamada para o número errado que despoletou tudo, o telefone a tocar três vezes no silêncio da noite, e a voz do outro lado a perguntar por alguém que não era ele. Muito mais tarde, quando foi capaz de pensar nas coisas que lhe aconteceram, concluiria que nada era real excepto o acaso. Mas isso foi muito mais tarde. No início, houve apenas o acontecimento e as suas consequências. Não se trata de uma questão de tudo poder ter acontecido de um modo diferente, ou de tudo estar predestinado desde a primeira palavra proferida pela boca do interlocutor desconhecido. A questão é a história propriamente dita; e se tem ou não algum significado, não é a história que compete revelar isso. Quanto a Quinn, pouco há para dizer. Quem era, de onde viera e o que fazia, não tem grande importância. Sabemos, por exemplo, que tinha trinta e cinco anos. Sabemos que em tempos fora casado e que fora pai, e que tanto a mulher como o filho estavam mortos.
A Trilogia de Nova Iorque
de Paul Auster