segunda-feira, 17 de março de 2014

Filmes da nossa videoteca


Vianne Rocher (Juliette Binoche), uma jovem mãe solteira, e a sua filha de seis anos (Victorie Thivisol) resolvem mudar-se para uma cidade rural da França. Lá decidem abrir uma loja de chocolates que funciona todos os dias da semana, bem em frente à igreja local, o que atrai a certeza da população de que o negócio não vá durar muito tempo. Porém, aos poucos Vianne consegue persuadir os moradores da cidade em que agora vive, a desfrutar os seus deliciosos produtos, transformando o cepticismo inicial numa calorosa receção.

"E as suas lágrimas transformaram-se em aves multicolores!"

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Estava entusiasmado com o impossível mais belo.
Diante dos seus olhos,
Via uma beleza tão grande que imaginou como seria...
E se o impossível fosse possível...?
Ficou tão comovido que as suas lágrimas transformaram-se em aves multicolores
Que voaram na direção do horizonte.
Pediu-lhes para levarem os seus sonhos ao mundo do impossível
Para assim os transformar em sonhos possíveis.
Bárbara 7ºB

sexta-feira, 14 de março de 2014

Dia do Pi





www.dancohen.org

Comemora-se hoje o Dia do Pi. Escolheu-se o dia 14 de Março pois é o 3º mês do ano no seu 14º dia o que corresponde aos 3 primeiros numeros do Pi (3,14). Na Matemática, Pi  "é uma proporção numérica que tem origem na relação entre o perímetro de uma circunferência e o seu diâmetro". É representado pela letra grega . Apareçam pela biblioteca para verem a exposição dedicada a este número que, a tantos alunos, já deu algumas dores de cabeça.

Filmes da nossa videoteca


A história de um homem de negócios residente no Hawai, que após o acidente de barco que coloca a sua mulher em coma, tenta pegar nas rédeas da sua família. As suas duas filhas, com quem mantinha uma relação distante, vão ajudá-lo a trilhar o caminho que tem pela frente, entretanto agravado com a descoberta de que a sua mulher mantinha uma relação extraconjugal. 
in cinema.sapo.pt

"Prometo que volto para te buscar. Esperas por mim?"

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Prometo que volto para te buscar. 
Esperas por mim?
Promete-me que sim.
Esta vida sem ti...
Não faz sentido.
Se ficasses aqui comigo
o que será que acontecia?
casavas comigo?
Com a minha força de leão
 e as tuas asas de pássaro,
ultrapassamos obstáculos 
em direção ao infinito.
Unidos num só grito!
Luís Carvalho 7ºB

quinta-feira, 13 de março de 2014

Livros da nossa biblioteca

www.leyaonline.com

Em cada porta há uma fotografia. Mostram-nos como éramos dantes - não assim, gastos pelo tempo, curvados pela idade e quase sem ligação com a vida. Em algumas delas veem-se fotografias de noivas sorridentes de braço dado com maridos há muito desaparecidos. Noutras, mulheres com bebés nos braços ou rapariguinhas de vestidos de comunhão brancos. Éramos belos, fortes e saudáveis. Éramos jovens. Aqui no lar da Nossa Senhora da Graça vivemos atrás destas portas. Há uma fotografia pendurada na minha como em todas as outras. Tiraram-na da velha moldura, remetida agora com os restantes retalhos da minha vida para a gaveta de baixo do guarda-vestidos. do pessoal que aqui trabalha, poucos param para a olhar e ninguém me perguntou nada a respeito dela. Devem pensar que o homem que está ao meu lado é meu marido mas, claro, nunca o foi. Teria sido impossível.
Aconteceu em Roma
Nicky Pellegrino

"Desculpe...Tem um minuto?"

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- Desculpe, minha bela senhora. Tem um minuto?
- Não! Tenho uma vida inteira. E o senhor?
Tenho todo o tempo do mundo para si!
Tome um ramo de flores.
Tome um ramo de amor.
Que belas flores de amor!
Daniel 7ºD

quarta-feira, 12 de março de 2014

Livros da nossa biblioteca

refugio-dos-livros.blogspot.com

Bruno Brian di Monreale, o Barão, como é conhecido, é o último descendente de uma antiga e nobre família siciliana. Bruno cresce na Califórnia, com um pai severo e distante e uma mãe dividida entre um casamento precipitado, onde não existe amor, e uma paixão deixada na sua Sicília longínqua. No entanto, são as raízes sicilianas que levam Bruno a regressar à sua ilha natal, ao seu avô, um velho aristocrata, e a Calò, o padrinho sempre presente. Serão estas duas figuras que lhe irão transmitir o saber ancestral das velhas famílias aristocráticas, da sua ética e código de justiça. Bruno di Monreale envolve-se nos negócios do petróleo e das grandes multinacionais, tornando-se um homem poderoso e fascinante. Os amores inconsequentes e os casos fortuitos sucedem-se na sua vida glamorosa mas dominada pela insatisfação, até que se cruza com Karin, uma mulher reservada e misteriosa. Karin revelar-se-á o desafio por que Bruno ansiava e que lhe irá trazer o equilíbrio há tanto desejado.
O Barão
Sveva Casati Modignani

"...E do coração nasceu uma flor".

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Um homem de boa sáude
ouviu uma voz:
"Tens 24 horas de vida".
O homem assustado perguntou:
"Então que faço?"
E nesse momento
já não ouviu nada.
Tão perturbado com o assunto
pensou que era a brincar.
Mas passadas 24 horas,
sentiu-se mal.
Pensou...pensou...
e percebeu que era a sério.
Pensou...pensou... 
"Vou deixar uma prenda para a minha mulher!"
E do coração nasceu uma flor...
Diogo Pinto 7ºD

terça-feira, 11 de março de 2014

"Por onde andaste? - perguntou a menina."

www.google.com

Uma viagem no tempo
não passa de um contratempo.
O Amor, a Paixão
não passa de compaixão.
A viagem a Paris...
Senta-te num banco e olha para os carris.
Por onde andaste? - perguntou a menina.
"Porque não me amaste? "
Porque duvidaste?"
"És uma grande amiga, não duvides.
És uma bailarina.
Eu gosto de voar
no momento de me apaixonar.
O dia nasce numa noite escura
não dá nada sem ser fervura.
Andei à procura
da tua ternura.
Agarrar a mim 
a tua frescura.
Quero amar, viajar contigo
numa noite de luar.
Vou até Moçambique
mas não te armes em chique.
Vou até Angola 
e trago de lá uma bola.
Viajo por todo o mundo
com um olhar muito seguro.
Um pássaro azul a voar no ar.
Não te esqueças que te vou perdoar.
Bruna 7ºD

Uma Viagem ao Lugar dos Afetos...


segunda-feira, 10 de março de 2014

À descoberta de Vizela

Enigmas, cultura geral, património oral, tradições, desporto, convívio, rio, natureza, Vizela  e... sol. Foi assim o Peddy-paper da passada sexta-feira. 
O menos importante serão as classificações... mas há sempre curiosos. O 7º E, o 5º A e o 7º D foram as turmas que conseguiram melhores pontuações. 
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Resultados - Vamos lá Saber Português e Francês


Terminaram hoje as provas do concurso que pôs à prova os conhecimentos de Português (2º e 3º ciclos) e de Francês (3º ciclo). Os professores das duas disciplinas prepararam os questionários e selecionaram os alunos participantes. A BE disponibilizou o espaço e o apoio técnico  para a realização das diversas sessões, através de um sistema de votação associado ao programa dos quadros interativos instalado na escola. 

Resultados do Vamos lá Saber Português

Nome dos alunos
Turma
Classificação
5º ano
Alexandra Ferreira
5ºA
Sónia Faria
José Pedro Pacheco
5ºC
Raquel  Ferreira
Lara Marques
5ºE
Paulo Pacheco
6º ano
Beatriz Silva
6ºB
Leandro Brandão
Ana Maria Pereira
6º C
Cláudia Pereira
Luísa Costa
6º E
Tânia Guimarães
7º ano
Ana Monteiro
7º A
Ricardo Pereira
Margarida Fernandes
7º C
Ricardo Pereira
Ana Rita Monteiro
7º E
Beatriz Magalhães

8º ano
Beatriz Martins
8º A
Márcia Mendes
Adriana Ferreira
8º B
João Paulo Leal
Catarina Ferreira
8º E
Inês Ferreira
9º ano
Ana Teixeira
9ºA
Bruno Abreu
Carla Silva
9ºC
Francisca Azevedo
Alexandra Pacheco
9º F
Maria Campelos




                           Resultados do Vamos lá Saber Francês

Nome dos alunos
Turma
Classificação
7º ano
Lara Carvalho
7º B
Mariana Fernandes
Ana Sousa
7º C
Liliana
Cristiano
7º F
Nádia Pacheco
8º ano
Joana Cunha
8º A
Letícia Costa
André Barroso
8º B
Vitor Leite
Duarte Silva
8º D
Lara Carvalho
9º ano
Bruna Abreu
9º A
Diana Cunha
Ana Coelho
9º C
Sara Faria
José Freitas
9º E
Carta Pacheco


"Cartolas de Carnaval"


Cartolas de Carnaval
O mini-projeto “ Cartolas de Carnaval” teve como objetivo alegrar a escola, bem como a angariação de fundos para as saídas funcionais dos alunos com NEE.
Decorreu entre os dias 27 e 28 de fevereiro. Foi um sucesso!
Alunos, professores e funcionários gostaram das cartolas e era vê-los contentes a apreciar as pipocas que vinham dentro das cartolas.
Um obrigado a todos!
E até à próxima atividade…
Façam o favor de ser felizes*

Paulo Alberto Ferreira Carvalho, 8º B, nº 16


sexta-feira, 7 de março de 2014

Com o fim de semana à porta...

www.radiovizela.pt

A Escola Secundária de Vizela tem um grupo de teatro dinamizado pela professora Ana Maria Monteiro e hoje, pelas 21h, num espetáculo integrado na semana aberta, vai apresentar duas peças. A entrada é gratuita. Um bom programa para levar a família toda.

www.geoglance.com

E porque este vai ser o primeiro fim de semana, deste longo Inverno, com sol e subidas de temperatura, toca a aproveitar para dar uns passeios a pé. Bom fim de semana!

quinta-feira, 6 de março de 2014

Concurso "Vamos Lá Saber...



Decorre ao longo do dia de hoje, na biblioteca da nossa escola, o concurso "Vamos Lá saber...Português e Francês. Passarão pela biblioteca todas as turmas da escola, excepto o o 8º e 9º ano de Francês que participarão no concurso na próxima 2ª feira, dia 10. Boa sorte!

Peddy-paper "À Descoberta de Vizela"

Integrado nas atividades da semana aberta, irá decorrer amanhã de manhã o Peddy-Paper "À Descoberta de Vizela". Ao longo do percurso, os alunos não só terão que ir respondendo a questões de cultura geral acerca da cidade de Vizela mas também a adivinhas e a completar provérbios. A partida será feita da EB de Caldas de Vizela e cada equipa terá duas horas para realizar o percurso.No final da atividade serão retomadas as atividades letivas. Boa sorte para todos os participantes!

Que mundo é este?

          Amnistia Internacional        

2 500 000 refugiados sírios. Metade são crianças.
                       

quarta-feira, 5 de março de 2014

Visita ao Lugar dos Afetos

site.lugardosafetos.com

Na sexta-feira, dia 7 de Março, os alunos do 8º ano vão fazer uma visita a um lugar muito especial. Chama-se Lugar dos Afetos. Este projeto foi criado pela escritora Graça Gonçalves e são suas as palavras que nos dizem que este é um lugar onde se pretende que "todos, em qualquer idade, possam descobrir um caminho, nem que seja um pequeno carreirinho, para chegar ao coração de outros e de si próprios". Que aproveitem bem. Que seja um dia diferente. Que seja uma oportunidade para se conhecerem melhor. Podem começar a vossa visita AQUI.

terça-feira, 4 de março de 2014

Entrevista à jornalista Fátima Anjos


Fátima Anjos, 31 anos
Começou a fazer jornalismo aos 18. Para além de gostar de escrever, desde muito nova que sonhava ser jornalista para conseguir, através da informação, combater injustiças e corrigir o que não estava bem na sociedade.
Começou por escrever artigos de opinião no Notícias de Vizela, um jornal editado em Vizela durante mais de 70 anos. Neste momento é diretora do RVJornal que pertence à Rádio Vizela.
Nos tempos livres gosta de estar em família, de passear, de viajar e conhecer outras culturas. Gosta de ler, sobretudo revistas temáticas. Na televisão vê um bocadinho de tudo. Aproveita alguns tempos livres para ir ao cinema, que aprecia bastante.


O 6º D trabalhou a literacia da informação quando se propôs receber e entrevistar Fátima Anjos. Prepararam, assim, uma cuidadosa entrevista, que aqui se reproduz:

6º D - Que caraterísticas deve ter um jornalista?


Para ser jornalista é preciso uma grande paixão. Temos uma hora para entrar no jornal mas nunca sabemos a que horas vamos sair. A vida é acelerada, temos de estar sempre com as antenas ligadas. Aliás, na maior parte das vezes, antes da Fátima está  a jornalista, é assim que a maioria das pessoas me vê. Para não falar dos fins de semana  quase sempre ocupados. Sob o ponto de vista financeiro os jornalistas, como outras profissões, não são remunerados como mereciam.
Para além de ser trabalhador e dinâmico, o jornalista tem que ser imparcial, escrever sobre o que é preciso escrever, goste ou não. Tem que ser, sobretudo, um profissional muito atento.

No seu trabalho de jornalista, que tipo de tarefas gosta mais de fazer?


Gosto de fazer de tudo mas gosto, sobretudo, de estar em contacto com as pessoas, gosto de as ouvir, de ouvir as suas histórias, as suas experiências. No jornalismo local nós não fazemos só política, economia, desporto, também fazemos reportagens sobre temas muito variados. Por isso, os nossos dias não são nada monótonos porque temos de estar atentos a diferentes iniciativas organizadas por pessoas  da terra ou do interesse da população de Vizela. Pessoalmente, tenho alguma preferência pela área da política.

Qual foi a entrevista que lhe deu mais gozo fazer até hoje?

A resposta não é fácil, mas posso referir as entrevistas que fiz há cerca de um ano, aos jovens que partiram para o estrangeiro em busca de sonhos, jovens que já não vinham a Vizela há muito tempo e que partilharam as suas experiências com o RV. Entrevistei vários, em diferentes países. Deu-me gozo fazer em primeiro lugar porque foi como se estivesse a fazer uma viagem por aqueles países, a fotografar, a assimilar os costumes das regiões em que se encontravam, e depois, não menos importante, a possibilidade  de trazer até Vizela essas experiências e a voz de vizelenses há muito ausentes da sua terra natal.

Na área do jornalismo, há algum trabalho que não goste de fazer?

Cada jornalista tem alguma preferência por esta ou aquela temática. Eu confesso que se puder evitar a cobertura de acontecimentos dramáticos ou mesmo trágicos, evito-os e encaminho-os para pessoas com perfil mais indicado a estas situações.

Como é o dia a dia de uma redação de um  jornal? 

A secretária está sempre desarrumada, os papéis não param de chegar, o telefone toca constantemente. Temos uma agenda de base, organizada, como por exemplo ligar para os Bombeiros e para a GNR para sabermos das ocorrências. Além disso há as iniciativas já marcadas. Depois há as notícias surpresa. Há sempre um espaço reservado para estas notícias que, quando acontecem, obrigam à saída par o local dos acontecimentos para a recolha de fotos. Acidentes, por exemplo, ou visitas de pessoas importantes a Vizela. Quando saímos para trabalhar nunca sabemos o que nos espera, pode ser um dia com muito trabalho, muito agitado ou pode ser um dia mais calmo.

Como é que nasce o jornal todas as semanas?

Um jornal nunca traz páginas em branco. Há sempre aquelas notícias sobre iniciativas que já estão marcadas que já conhecemos com antecedência mas temos que deixar sempre espaço  para as tais coisas que possam acontecer a qualquer momento e que os jornalistas possam lá colocar. Além disso, um jornalista tem que ter sempre ideias de reportagens sobre vários temas para garantir um jornal preenchido. 
Selecionadas todas as notícias e todos os artigos para o jornal de uma determinada semana há uma espécie de arquiteto do jornal que o "desenha", planifica e monta. Hoje em dia é enviado à gráfica, em Braga, pela Internet. Faz-se a impressão durante a noite de quarta-feira. Na quinta- feira de manhã vamos buscá-lo. Nessa altura é distribuído e colocado à venda nas papelarias e quiosques. Fechado um jornal, começa logo a nascer um novo, é um processo que nunca para.

Foi com receio que recebeu a proposta de ser a diretora do RV Jornal?

Para mim foi uma boa notícia apesar de um tanto assustadora. Já escrevo há alguns anos, sei como é que funciona o jornal, no entanto é uma grande responsabilidade. Quando abrem o jornal encontram um rosto, e quando alguma coisa não corre bem é aquela menina que dá a cara. É um grande responsabilidade. Mas temos de estar sempre prontos  para novos desafios.

Qual foi o seu maior êxito?

Não vejo as coisas dessa forma, o meu trabalho no jornal não é um trabalho individual, é um trabalho de equipa que, no meu caso, abrange outras pessoas, outros jornalistas que trabalham também na Rádio Vizela. Fazemos o Jornal, fazemos a Rádio e também um site. Os maiores êxitos têm sido conseguidos por esta equipa que tem contribuído para  o crescimento do RV e da onda 97.2.

Como é que as notícias chegam ao jornal?

Algumas pessoas contactam-nos diretamente. Outras ( cada vez menos) chegam por carta, por telefone, correio eletrónico, pelo facebook, por outras redes sociais.  Outras vezes são situações que descobrimos através das nossas fontes.  Cabe ao jornalista procurar a informação e estar atento ao que o rodeia.

Tem o sonho de algum dia trabalhar num jornal nacional?

Não é um objetivo traçado. Gosto muito do projeto em que estou, porque me tem permitido desenvolver projetos interessantes. Também me sinto-me bem na rádio mas não posso dizer que não pesaria a situação se me surgisse a oportunidade.

Como é que consegue conciliar o trabalho no Jornal com o trabalho na Rádio?


Fácil. Qualquer notícia é passada primeiro na Rádio, é o imediato, depois é feita para o formato do jornal. Os jornalistas da rádio são os jornalistas do jornal.

Houve alguém especial a apoiá-la na sua carreira?

Sim, profissionalmente, o primeiro foi o Sr. Abel Pinto, o diretor que me acolheu no Notícias de Vizela, mais recentemente, a pessoa que me nomeou como diretora, o Sr. Carlos Martins. Hoje em dia escrevo menos do que já escrevi, porque a tarefa de coordenadora de programação da Rádio não me deixa tempo para a escrita. De qualquer forma a palavra falada e a palavra escrita são duas vias para um só objetivo: manter informada a população de Vizela.
Pessoalmente, o apoio da família e dos amigos foi sempre importante.



A jornalista despediu-se da turma com a promessa de gerir melhor o seu tempo para fazer a atividade física que considera importante para a saúde física e mental.
Os alunos agradeceram a presença e o testemunho de alguém que está numa profissão que continua a atrair muitos jovens e desejaram à sua convidada muito sucesso na sua carreira jornalística.