A "Poesia de Abril" chegou à biblioteca pelas palavras da professora Conceição Lima. Quando se fala de poesia difícil é não nos lembrarmos desta nossa querida colega que tanto tem feito para a promoção da leitura, e em especial da poesia, aqui em Vizela. Foram lidos alguns textos de autores portugueses que, através da sua palavras, celebraram a chegada da liberdade ao nosso país. Muito obrigada Conceição!
segunda-feira, 28 de abril de 2014
Exposição "Rostos da Língua Portuguesa"
Os trabalhos presentes na exposição, que puderam visitar no Bloco Novo durante a Semana da Leitura, tiveram como tema: "Rostos da Língua Portuguesa". Foram realizados pelos alunos do 9ºano nas aulas de EV e diferentes técnicas foram utilizadas na sua execução. Há trabalhos excelentes! Parabéns aos executantes e aos professores Conceição Martins e Alberto Herdeiro cujo trabalho de orientação foi fundamental.
domingo, 27 de abril de 2014
Vasco Graça Moura 1942 - 2014 †
rmmv.org
Soneto do Amor e da Morte
Quando eu morrer murmura esta canção
que escrevo para ti. quando eu morrer
fica junto de mim, não queiras ver
as aves pardas do anoitecer
a revoar na minha solidão.
Quando eu morrer segura a minha mão,
põe os olhos nos meus se puder ser,
se inda neles a luz esmorecer,
e diz do nosso amor como se não
tivesse de acabar sempre a doer,
sempre a doer de tanta perfeição
que ao deixar de bater-me o coração
fique por nós o teu inda a bater,
quando eu morrer segura a minha mão.
Vasco Graça Moura - "Antologia dos Sessenta Anos"
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Os 40 anos do 25 de Abril
Democracia é uma forma de governo em que todas os cidadãos participam igualmente - diretamente ou através de representantes eleitos - na proposta, no desenvolvimento e na criação de leis, exercendo o poder da governação através do sufrágio universal. Ela abrange as condições sociais, económicas e culturais que permitem o exercício livre e igual da autodeterminação política.
in Wikipedia
doceexplosiva.blogspot.com
Antes do 25 de Abril, a expressão "é proibido" era muito utilizada. Achava-se, por exemplo, que ao proibir o acesso a determinadas leituras, os cidadãos não questionariam o regime. Claro que o regime era questionado na mesma. Só que, às escondidas. E foi assim, "às escondidas", que um grupo de pessoas foi planeando a revolução. E é graças a essa revolução que hoje podemos estar, aqui neste blogue, a falar destas questões. É graças a essa revolução que temos liberdade de voto, liberdade de opinião, liberdade de escolha. Sabias que havia uma lista de 900 livros proibidos? Sabias que havia músicas proibidas? Sabias que a coca-cola era uma bebida proibida em Portugal Continental? Imaginas o que é viver num país assim? A democracia é um bem precioso. Há que a preservar. Há que preservar sempre a memória de Abril!
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Dia Global "Pay it Forward"
http://www.pifexperience.org
Pay It Forward (PIF) é o movimento mundial
que começou oficialmente no ano 2000, depois do livro com o mesmo nome ser publicado.
Escrito por Catherine Ryan Hyde, conta a história da visão de um menino de como
ele poderia mudar o mundo, com um ato de bondade de cada vez. PIF é uma
escolha de vida simples, mas profunda, para ser gentil, aceitar os outros e ter
uma ação positiva sob a forma de atos aleatórios de bondade. A pulseira PIF -
criada e patenteada por Charley Johnson, diretor do movimento Pay it Forward
global - foi escolhida como "um lembrete físico" para "pagar
para a frente".
A experiência Pay it Forward é simples.
Fazes algo de bom por alguém e quando te agradecem por isso, dizes que apenas
pedes que "pague para a frente", fazendo algo de bom por outro
alguém, com um ato de bondade da tua escolha.
Não há limites para este movimento, nem idade, raça, religião, género, filiação política, localização geográfica, QI, fama, nível de qualificação, linguagem ou situação financeira. Todos podem ser gentis com os outros e o ato de bondade escolhido pode custar de 0 a milhões, dependendo das circunstâncias de cada um.
Atos aleatórios de bondade mudam vidas. Nós nunca sabemos a situação do outro no momento em que escolhemos chegar a ele, mas sabemos que, qualquer que seja o caso, o nosso ato de bondade vai fazê-lo sorrir e ver o mundo sob uma luz mais brilhante.
O Dia Pay it Forward espalhou-se por 65 países, existiram dezenas de proclamações do dia e centenas de escolas e empresas estão agora envolvidas.
É um fenómeno global apresentado em várias estações de rádio, revistas, jornais e redes de televisão.
É impressionante ver o apoio recebido por esta iniciativa. Claro que se deve "pagar para a frente" todos os dias, mas muitos de nós somos apanhados na correria da vida de cada dia e perdemos de vista o que é mais importante.
O Dia Pay it Forward é um grande lembrete da energia positiva que ocorre quando damos aos outros.
A boa ação pode ser tão grande ou pequena quanto escolha que seja, desde ajudar um desconhecido com as compras a comprar uma refeição para uma pessoa sem-abrigo ou não cobrar o seu trabalho a um cliente.
Não há limites para este movimento, nem idade, raça, religião, género, filiação política, localização geográfica, QI, fama, nível de qualificação, linguagem ou situação financeira. Todos podem ser gentis com os outros e o ato de bondade escolhido pode custar de 0 a milhões, dependendo das circunstâncias de cada um.
Atos aleatórios de bondade mudam vidas. Nós nunca sabemos a situação do outro no momento em que escolhemos chegar a ele, mas sabemos que, qualquer que seja o caso, o nosso ato de bondade vai fazê-lo sorrir e ver o mundo sob uma luz mais brilhante.
O Dia Pay it Forward espalhou-se por 65 países, existiram dezenas de proclamações do dia e centenas de escolas e empresas estão agora envolvidas.
É um fenómeno global apresentado em várias estações de rádio, revistas, jornais e redes de televisão.
É impressionante ver o apoio recebido por esta iniciativa. Claro que se deve "pagar para a frente" todos os dias, mas muitos de nós somos apanhados na correria da vida de cada dia e perdemos de vista o que é mais importante.
O Dia Pay it Forward é um grande lembrete da energia positiva que ocorre quando damos aos outros.
A boa ação pode ser tão grande ou pequena quanto escolha que seja, desde ajudar um desconhecido com as compras a comprar uma refeição para uma pessoa sem-abrigo ou não cobrar o seu trabalho a um cliente.
O objetivo é simplesmente colocar um
sorriso no rosto da outra pessoa e sentir-se bem pelo que fez por alguém. Para saberes mais acerca deste movimento, clica AQUI.
(texto adaptado)
Experiências da Guerra, Memórias de Abril...
"Quando soube que ia ser pai, o meu maior desejo foi que não nascesse um rapaz; assim nunca teria que ver um filho meu partir para a guerra colonial". Júlio César proferiu estas palavras de lágrimas nos olhos e visivelmente emocionado. Após uma breve introdução, onde foram relembrados pela nossa colega Elsa Oliveira, os momentos que levaram à revolução do 25 de Abril, passou-se a palavra a Júlio César, um veterano da guerra colonial. Enquanto nos relatou a sua experiência de guerra, foram vários os momentos em que as palavras ficaram presas na garganta deste ex-combatente e as lágrimas lhe vieram aos olhos. Passados tantos anos, ainda é bem visível a dor causada pelas lembranças desta época tão terrível da nossa história. Hoje em dia, Júlio César é um dos homens que mantém viva a memória de Abril e esteve hoje na biblioteca para transmitir aos nossos alunos, não só a sua experiência como ex-combatente na Guiné-Bissau, como também para relembrar a importância da Revolução dos Cravos. Muito obrigada pela sua presença!
A visita do ilustrador Sebastião Peixoto
Integrada no programa da Semana da Leitura, a nossa biblioteca recebeu a visita do ilustrador Sebastião Peixoto. Os nossos alunos conhecem bem alguns dos livros por ele ilustrados mas, se é costume darem mais atenção ao texto "escrito", ontem foi a vez de olharem um pouco para a perspetiva do ilustrador. Assim, foi-lhes explicado todo o processo feito por quem "desenha" os livros; desde a conversa inicial com o escritor, passando pela questão da "inspiração" para finalmente chegar à fase da execução com todas as técnicas que a mesma pode envolver. Muito obrigada Sebastião Peixoto!
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Eduardo Roseira - Um Outro Olhar Sobre a Poesia
Palavras para quê?
Este senhor encantou-nos!
(texto: História de Gatos de Luísa Ducla Soares)
terça-feira, 22 de abril de 2014
Semana de Leitura - "Minha Pátria é a Língua Portuguesa"
Na semana da Leitura....
800 anos da Língua Poruguesa, 40 anos de Abril
Exposição de Cartazes da Semana da LeituraCantinho da Poesia
Eduardo Roseira e As Palavras Vivas
Oficinas de Escrita Poética
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Promoção da escrita,
promoção da leitura,
Semana da Leitura 2014
A Semana da Leitura e os autores portugueses
e-português.co.uk
Começou hoje a Semana da Leitura. Os próximos três dias serão especialmente dedicados à leitura, aos livros, aos autores, aos ilustradores, aos contadores de histórias de hoje e de ontem. Associamos este ano à celebração da Liberdade. Caso queiram, podem introduzir algum momento de leitura extra nas vossas aulas. Assim, partilhamos AQUI uma antologia de textos lusófonos. A Língua Portuguesa comemora 800 anos e anda aí mundo fora!
segunda-feira, 7 de abril de 2014
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Sarau Cultural
Os professores de Português e de Música do Agrupamento de Escolas de Vizela têm a honra de o convidar para assistir ao VI Sarau Cultural, protagonizado pelos seus alunos, no dia 04 de Abril, pelas 21 horas, no Polivalente da Escola Secundária. Contamos com a sua presença!
PROGRAMA
Apresentadores: Yasmin e Lucas
Abertura - Projeção Multimédia
5ºA - Declamação: "Foi Deus" de Amália Rodrigues
5ºB - Canção "Chuva" de Jorge Fernando
5ºC - Declamação do poema: Procissão-Festa na Aldeia de António Lopes Ribeiro
5ºD - Rap: "Escola"
5ºF - Apresentação da fábula "O Leão e o Rato"
6ºA - "Longe do Mundo" de Sara Tavares interpretada pela Francisca e coreografada por 4 alunas
5ºE - Canção "As Crianças"
7ºE - Declamação: "Trova do Vento que Passa" de Manuel Alegre
6ºB - Canção "Mundo ao Contrário" dos Xutos e Pontapés
7ºF - Declamação: "Balada de Neve" de Augusto Gil
6ºD/6ºC - Declamação do poema "O Pássaro da Alma" de Michal Snunit
6ºA - "Tiro ao Lado" de Rosamate interpretado pelo Daniel dançada pela Beatriz e Liliana
8ºD - Declamação do poema "O Sono do João" de António Nobre
7ºA - "Desfado" de Ana Moura interpretado pela turma.
10ºB - Peça de teatro da autoria dos alunos da turma
8ºE - Declamação do poema "As Fadas" de Antero de Quental
8ºD - Declamação musicada do poema "Não sei se me engana Helena" de Luís de Camões
9ºD - Canção "Um Velho Banco de Jardim"
9ºB - Declamação do poema "Cântico Negro" de José Régio
6ºE - Coreografia do tema "Stronger" de Kelly Clarkson
Livros da nossa biblioteca
www.luso-livros.net
Marta era filha de um lavrador mediano que tinha em Pernambuco um irmão rico de quem dizia o diabo. Chamava-lhe ladrão porque, no espaço de vinte anos, lhe mandara três moedas, com os seguintes encargos: à mãe 6$000 réis fortes, às almas do Purgatório, de Negrelos, 3$000 réis, também fortes, que lhos prometera quando embarcou, e o resto para ele - "5$400 réis", dizia, "é que o maroto, podre de rico, me mandou em vinte anos!" A rapariga conversou diversos mancebos, uns da lavoura, outros da arte, e , afinal, quando o pai lhe negociava o casamento com um pedreiro, mestre-de-obras, muito endinheirado e já maduro, apareceu o José Dias, filho de um lavrador rico de Vilalva, a namoriscá-la. Este rapaz estudava latim para clérigo, mas, como era fraco, de poucas carnes e amarelo, o cirurgião disse ao pai que o moço não lhe fazia bem puxar pelas memórias. Os padres do Minho, naquele tempo, não puxavam quase nada pelas memórias; ordenavam-se tão alheios às faculdades da alma que, sem memória nem entendimento, e às vezes sem vontade, eram sofríveis sacerdotes, davam poucas silabadas no missal e liam os salmos do breviário com uma grande incerteza do que queria dizer o penitente David.
A Brasileira de Prazins
Camilo Castelo Branco
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Reuniões de Conselhos de Turma
www.picgifs.com
2ª-feira dia 7 de Abril
08:30 - 6ºD (s.12) / 9ºE (s.13)
10:00 - 7ºE (s.12) / 8ºE (s.13)
11:30 - 7ºF (s.12) / 8ºD (s.13)
(almoço)
14:00 - 5ºA (s.12) / 5ºF (s.13) / 9ºA (s.14)
15:30 - 5ºC (s.12) / 6ºC (s.13) / 9ºC (s.14)
17:00 - 8ºA (s.12)
3ª-feira dia 8 de Abril
08:30 - 5ºB (s.12) / 6ºE (s.13) / 9ºB (s.14)
10:00 - 7ºD (s.12) / 8ºC (s.13)
11:30 - 5ºD (s.12) / 9ºD (s.13)
(almoço)
14:00 - 6ºA (s.12) / 9ºF (s.13)
15:30 - 6ºB (s.12) / 7ºC (s.13)
17:00 - 8ºB (s.12)
4ª-feira dia 9 de Abril
08:30 - 5ºE (s.12) / 7ºA (s.13)
10:00 - 7ºB (s.12)
17:00 - Entrega das Fichas de Avaliação aos Encarregados de Educação.
Livros da nossa biblioteca
www.wook.pt
(...) Mal saí de casa, a minha mãe engravidou. Eu tinha quinze anos quando Zoé veio ao mundo e a vida, poço sagrado ao qual a minha irmã deve o nome de origem grega, retomou o seu curso. A minha cura, que mais parecia um milagre, a gravidez da minha mãe, surpreendente na sua idade, toda esta barafunda em que se misturavam os deuses, os templos, as igrejas, as nossas angústias, os nossos segredos de família...Tudo isto contribuiu para me perturbar o espírito. Nada me parecia muito claro. Portanto, depois do liceu, comecei a estudar Medicina. Tinha contas antigas a saldar. Porque me declararam doente com leucemia? Como foi possível este tipo de erro? Continuou a não me parecer claro. Opacidade perfeita. Comprimidos, exames ao sangue, perfusões, scanner, Doppler, IRM, não havia nada de humano nas nossas maneiras de proceder e eu recordava os velhos curandeiros que se serviam, de plantas em regiões pobres, mas com um saber bem fundamentado. Os homens que me haviam curado não possuíam água corrente, mas procuravam em primeiro lugar compreender-me, a mim e às minhas miseráveis perturbações de menino mimado.
O Sangue do Mundo
Catherine Clément
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Dia Internacional do Livro Infantil
2 de abril é um dia cheio de palavras, de imagens, de emoções e aventuras. Tudo cabe num livro para os mais pequenos, mesmo que as personagens sejam gigantes!
Foi coincidência, uma feliz coincidência, a visita de uma turma do Jardim de Infância de S. João que veio gravar, nada mais nada menos do que uma história nova, inventada e ilustrada pelo grupo: A primavera da Rita. A partir da gravação áudio e vídeo vai nascer um livro que daremos a ler, logo que esteja pronto.
Entretanto aproveitaram a visita para ver, tocar e ler outros livros.
Até à próxima! Serão sempre bem vindos!
Foi coincidência, uma feliz coincidência, a visita de uma turma do Jardim de Infância de S. João que veio gravar, nada mais nada menos do que uma história nova, inventada e ilustrada pelo grupo: A primavera da Rita. A partir da gravação áudio e vídeo vai nascer um livro que daremos a ler, logo que esteja pronto.
Entretanto aproveitaram a visita para ver, tocar e ler outros livros.
Até à próxima! Serão sempre bem vindos!
Livros da nossa biblioteca
matosinhos-porto.olx.pt
Nas margens do Rio Pedra eu sentei e chorei. O frio do Inverno fez com que eu sentisse as lágrimas na face, e elas misturaram-se com as águas geladas que corriam diante de mim. Em algum lugar, este rio junta-se com outro, depois com outro, até que - distante dos meus olhos e do meu coração - todas estas águas se confundem com o mar (...) Eu lembro-me do meu instante mágico, daquele momento em que um "sim" e um "não" podem mudar toda a nossa existência. Parece ter acontecido há tanto tempo e, no entanto, faz apenas uma semana que reencontrei o meu amado e o perdi (...) Talvez o amor nos faça envelhecer antes da hora e nos torne jovens quando a juventude já passou. Mas como não recordar aqueles momentos? Por isso escrevia, para transformar a tristeza em saudade, a solidão em lembranças (..) Todas as histórias de amor são iguais.
Nas Margens do Rio Pedra Eu Sentei e Chorei
Paulo Coelho
terça-feira, 1 de abril de 2014
Sarau Cultural
Os professores de Português e de Música do Agrupamento de Escolas de Vizela têm a honra de convidar Vossa Excelência para assistir aos VI Sarau Cultural, protagonizado pelos seus alunos no dia 4 de Abril, pelas 21:00, no Polivalente da Escola Secundária. A entrada é gratuita e contamos com a sua presença!
Livros da nossa biblioteca
algodaodoceparaocerebro.blogspot.com
Seria impossível passear com semelhante tempo. De manhã, ainda tínhamos dado uma volta até ao caramanchão, completamente despido de folhas, mas depois do jantar (Mrs. Reed jantava cedo quando não tinha convidados) o vento gélido do Inverno amontoara nuvens tão pesadas e a chuva caía tão cerrada e penetrante, que não podia pensar-se em sair. O facto alegrou-me; na verdade nunca apreciei passeios prolongados, principalmente em tardes frias. O regresso a casa, pelo crepúsculo triste e sombrio, com as mão e pés gelados, o coração apertado, esmagada pelas censuras da Bessie. a ama, e humilhada pela consciência da minha inferioridade física perante Eliza, John e Georgiana Reed, era o mais custoso para mim. Eliza, John e Georgiana estavam agora junto da mãe, estendida no divã, perto da lareira e rodeada pelos seus queridos (que, naquele momento, contra o seu costume, não choravam nem brigavam) e ela parecia completamente feliz. Quanto a mim, dispensara-me de fazer parte do grupo, dizendo que "Lamentava a necessidade de me afastar, mas enquanto não ouvisse dizer a Bessie a não descobrisse pela própria observação que eu me esforçava realmente por modificar o meu carácter, tornando-me mais sociável e mais conforme ao que deve ser uma menina, enquanto não me mostrasse mais atraente e graciosa e não ganhasse uma atitude mais comunicativa, natural e delicada, via-se obrigada a excluir-me dos privilégios concedidos às crianças felizes e contentes com a sua sorte."
Jane Eyre
Charlotte Brontë
segunda-feira, 31 de março de 2014
Livros da nossa biblioteca
www.wook.pt
Richard Carlson, autor de renome no campo da auto-ajuda e do combate ao stress, traz uma mensagem muito simples: para mudar a sua vida, tem de mudar a sua forma de pensar. O seu método, baseado no bom senso, permite a qualquer um libertar-se da infelicidade, da depressão e do pessimismo e regressar a um estado natural de bem-estar e equilíbrio emocional. Este método é fácil de aprender e utilizar, e permite descobrir:
. Como a concentração em aspectos negativos do passado produz um desequilíbrio emocional;
. Por que é que as terapias convencionais fracassam tantas vezes;
. Que não são as circunstâncias, mas o modo como são encaradas, que trazem a infelicidade;
. Como ter acesso a um estado natural de equilíbrio mental, contentamento e paz de espírito;
. Que viver no presente, e não no passado ou no futuro, é a chave para melhorar a sua vida.
Repleto do humor, da sabedoria e do acompanhamento atento de Richard Carlson, Sinta-se feliz de Novo é um instrumento indispensável para tomar consciência de que a felicidade e o contentamento estão, literalmente, a um pensamento de distância.
Sinta-se Feliz de Novo
Richar Carlson
sexta-feira, 28 de março de 2014
Concurso "Vamos Lá saber Português"
ceelufpe.blogspot.com
A entrega dos prémios do concurso "Vamos Lá Saber Português" decorre 2ª feira 31 de Março, às 10:15, na biblioteca. Apareçam!
Com o fim de semana à porta...
Domingo, dia 30 de Março pelas 11:00h na Casa das Coletividades, vai-se contar a história A Galinha Medrosa. Uma história de uma galinha tão medrosa, tão medrosa, que até a própria sombra a assustava. Um dia, pôs-se a esgravatar no chão a ver se conseguia apanhar uma minhoca para meter no papo. Quando um bocadinho de cal lhe cai na cabeça, começa esta deliciosa história tradicional, recontada por António Mota. A entrada é gratuita.
"Desculpe...Tem um minuto?"
www.google.com
"Desculpe...Tem um minuto?"
Perguntou-me com anseio.
"Gostaria de vir dar um passeio?"
E com um ramo de flores de papel
Perguntou-me se eu sabia apreciar o amor.
Seus olhos o transmitiam com grande intensidade.
O meu coração disse "sim!"
Mas dos meus lábios saiu um "não!"
"Viu as flores do quadro? Que bonitas eram!
As flores são do quadro mas o amor é meu.
E naquele momento,
Abri o meu coração.
Ana Rita 7ºE
Livros da nossa biblioteca
www.bdld.pt
Será que ninguém consegue acertar com o nome dela? Maria Ana e não Mariana, como teimam em chamar-lhe! É assim tão difícil? Que aborrecimento... Mas isso, ao pé de um grande amor desfeito e de outro, maior ainda, destinado a desfazer-se; ao lado das andanças duma avó tão irrequieta que acaba de partir uma perna a esquiar na neve; ao lado do primo que namora com uma senhora de Leste incapaz de entender uma só das suas muitas palavras amorosas; ao lado de uma prima que não traz nada de bom ao complicado da história; ao pé dos berros de um motorista de táxi muito original e de um fantasma que assombra aos gritos uma casa inteira; ao lado da vizinha que tem uma irmã a transformar-se num monstro assustador...Ao lado de tudo isso, não saberem o seu nome não tem qualquer importância...
A Família Que Não Cabia Dentro de Casa
Alexandre Honrado
quinta-feira, 27 de março de 2014
"Por onde andaste? - perguntou a menina."
www.google.com
Por onde andaste?- perguntou a menina.
Leva-me contigo porque eu sou pequenina.
Quero conhecer o mundo e poder voar,
Com o vento, tonta, conseguir sonhar.
Leva-me contigo para uma aventura viver,
E ficar do teu lado até morrer.
Yeléna 7ºC
Livros da nossa biblioteca
leiturasdasmarias.blogspot.pt
Tendo como pano de fundo uma Itália em profunda mudança, atravessada pela Segunda Guerra Mundial e pela queda do Fascismo, As Vinhas da Ilusão é a história de uma mulher e da sua luta para conquistar a independência. Oriunda da alta aristocracia piemontesa, a família condenara-a aos caminhos tortuosos de um casamento combinado. Mas o destino vai colocar-lhe no caminho o fascinante e enigmático Trott - para que ela desperte da sua vida monótona e aparentemente imperturbável. Quando se sucedem os encontros clandestinos e os segredos se multiplicam, a fronteira entre a realidade e a aparência, o certo e o errado, a verdade e a mentira passa a ser tão leve como os ventos da Toscana...
As Vinhas da Ilusão
Benedetta Cibrario
quarta-feira, 26 de março de 2014
"E do coração nasceu uma flor..."
www.google.com
Uma guerra começou
A fome, a tristeza e o medo
Da aldeia se apoderaram.
No meio do nada, surgiu um homem,
Bondoso, carinhoso...
Um príncipe de um reino longínquo.
Os seus soldados chamou.
Mas... A cada ano que passava
A população diminuía
E as mortes aumentavam.
O príncipe montou o seu cavalo
E cavalgou, cavalgou...
De espada preparada para o grande duelo.
Por fim a guerra terminou,
A escuridão interminável desapareceu.
Encontraram o príncipe
mas morto, estava.
Que pena...
Tão bom ele era que do coração nasceu uma flor.
Margarida 7ºC
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